O chatbot da OpenAI foi lançado, ainda em versão beta, no final de novembro e em menos de uma semana já tinha um milhão de utilizadores. A Microsoft já é um dos investidores no projeto, mas estará prestes a reforçar essa quota, para controlar quase metade do laboratório que desenvolve a tecnologia.
O ano começa com desenvolvimentos para a Microsoft, na saga em que se transformou a compra da Activision Blizzard. O regulador dos Estados Unidos decidiu levar o caso a tribunal para tentar bloquear a transação. A primeira audiência, antes do julgamento, é amanhã.
Para além de ter de vencer os receios de reguladores um pouco por todo o mundo para poder concretizar a compra da Activision Blizzard, a Microsoft terá agora também de convencer os juízes que vão avaliar o processo interposto por 10 jogadores nos EUA.
A Microsoft continua a expandir as funcionalidades do seu headset profissional HoloLens 2 de realidade aumentada. Já pode participar em chamadas de vídeo no Team, com projeções holográficas dos menus.
A Microsoft vai pôr no terreno um programa já anunciado que dá garantias às empresas e governos europeus, com dados na sua cloud, que o processamento e armazenamento dessa informação é feito dentro da região.
Se mantém os sistemas operativos mais antigos da Microsoft, tem apenas algumas semanas para decidir fazer o upgrade. Atualizações de segurança deixam de ser feitas a partir de janeiro.
A Microsoft tem uma longa batalha pela frente para convencer os reguladores e o tribunal da concorrência de que a sua aquisição não vai prejudicar os seus rivais, como a Sony PlayStation e Nintendo.
A Microsoft anunciou o acordo com a Nintendo, semelhante ao que fez com a Sony, para manter a famosa série Call of Duty em todas as plataformas do mercado, pelo menos na próxima década.
Até 2025, a Microsoft pretende ajudar a capacitar e certificar 10 milhões de pessoas em competências digitais através do programa Skills for Jibs da LinkedIn.
Os especialistas da Microsoft detetaram vulnerabilidades no servidor web Boa que, apesar de ter sido descontinuado em 2005, continua a ser utilizado numa variedade de dispositivos IoT e kits de desenvolvimento de software.
O regulador do comércio nos Estados Unidos está na reta final à investigação do negócio Microsoft/Activision Blizzard e à forte uma probabilidade de avançar com um processo antitrust para bloquear o negócio.
A Microsoft está a dar o tudo por tudo para ver aprovada a compra da Activision Blizzard, numa altura em que os principais reguladores a avaliar o caso devem estar perto de chegar a uma decisão. Ao todo, 16 reguladores vão pronunciar-se sobre um tema que já é visto como um teste aos limites (ou da f
O Games for Work é uma aplicação integrada no Teams, dando acesso a um conjunto de jogos clássicos, incluindo o Solitaire e o Minesweeper. O propósito é aproximar os elementos da equipa em ambientes de trabalho remoto e híbrido.
Melhorias na organização de ficheiros e atalhos de produtividade em trabalho remoto são algumas das novidades na atualização do Windows 11. O novo processador da Qualcomm também vai alimentar as experiências de IA e uma plataforma de realidade aumentada.
A iniciativa foi promovida pelo Fórum Económico Mundial e junta empresas como a Apple, a Google ou a Microsoft, que colaboraram na criação de um Quadro de Confiança Digital, um modelo de referência para desenvolver tecnologia “confiável”, que respeite os direitos de quem a vai usar.
A Microsoft preparou algumas novidades especiais para os fãs de Flight Simulator, incluindo aviões clássicos, assim como a possibilidade de controlar planadores e helicópteros.
A Microsoft reforçou também a sua parceria com a Planet Labs para a recolha de imagens de satélite de alta qualidade do continente africano e lançou o Global Renewables Watch, que se afirma como um atlas capaz de mapear e medir todas as instalações solares e eólicas em escala real na Terra.
A Microsoft pode ter de esperar até março para saber o veredito final da Comissão Europeia, sobre a sua intenção de compra da Activision Blizzard. Até lá a investigação aprofunda-se e discutem-se propostas que atenuem receios do regulador.
Um relatório da Microsoft aponta que a guerra na Ucrânia aumentou os ciberataques da Rússia contra as suas infraestruturas e aliados, onde se incluem os Estados Unidos e outros países da NATO. Irão, Coreia do Norte e a China estão nos países que aumentaram os seus ataques cibernéticos.
Durante o Web Summit, Brad Smith, presidente da Microsoft e Mykhailo Fedorov, vice-primeiro ministro e ministro da transformação digital da Ucrânia, fizeram um balanço dos esforços na área digital durante a guerra com a Rússia. Microsoft renova suporte e apoio à Ucrânia ao longo de 2023 e investe 10