O browser da Google vai deixar de ter atualizações compatíveis com as edições mais antigas do Windows a partir da sua versão 110, prevista para fevereiro.
A Google apresentou cinco novas funcionalidades para a versão iOS do seu browser, incluindo a possibilidade de autopreenchimento das senhas nas gravadas em qualquer aplicação.
Segundo o Threat Analysis Group da Google, os hackers fizeram uso das vulnerabilidades zero-day para levar a cabo campanhas maliciosas, explorando-as através do spyware Predator, desenvolvido pela Cytrox.
A Google avança que tanto a Apple como a Microsoft também anunciaram que vão disponibilizar suporte aos padrões de autenticação FIDO sem palavra-passe no iOS, MacOS, Safari, Windows e Edge ao longo do próximo ano.
A Google vai introduzir novas ferramentas e configurações para tornar a navegação online mais segura. Para tal, a tecnológica criou o Guia da Privacidade, que ajuda os utilizadores, passo a passo, a fazer as suas opções de privacidade. Ferramenta chega em algumas semanas.
O sistema operativo da Google vai funcionar da mesma maneira que funciona nos Chromebooks, sendo que a disponibilidade de algumas funcionalidades estará dependente da capacidade do hardware.
Um grupo de procuradores gerais deu entrada a ação judicial acusando a Google de alegadamente rastrear a localização dos utilizadores e usar os dados no seu negócio de publicidade. A acusação quer impedir as suas práticas e procura uma multa à tecnológica.
A decisão surge após a autoridade britânica da concorrência ter lançado uma consulta ao projeto do Privacy Sandbox em junho deste ano para verificar se a proposta teria consequências negativas para a concorrência no mercado da publicidade digital.
A Microsoft não pretende facilitar a vida à concorrência no que diz respeito ao uso do browser de navegação, e já foi acusada de querer manter o Edge como opção principal dos utilizadores.
Para o caso de querer fazer uma cópia de segurança dos endereços de websites que memorizou, pode exportar para um ficheiro HTML que pode ser depois lido e “arrumado” por outros navegadores.
A versão mais recente do Chrome vai ganhar novas funcionalidades de segurança para quem faz download, a partir de qualquer origem, ou pretende descarregar uma extensão.
A partir de janeiro de 2021, todas as extensões do browser terão de informar os utilizadores sobre quais os dados recolhidos e para que servem. Google estendeu também o suporte ao Chrome para o Windows 7 até julho de 2022.
Uma análise de benchmark da AnandTech mostra que o Microsoft Edge baseado no Chromium já consegue melhor desempenho do que o Edge clássico e o próprio Google Chrome. E ainda tem espaço para melhorar.
Os europeus com novos smartphones Android já podem escolher várias alternativas de motores de busca. Os Estados Unidos também poderão ter a mesma intenção de limitar o "poder" da Google.
A empresa descobriu recentemente que "uma fração de uma percentagem de anúncios consome uma parcela desproporcional de recursos do equipamento", como a bateria e dados de rede. E por isso vai intervir.
Quando a tecnologia NFC começar a ser utilizada oficialmente no browser, os utilizadores passam a obter informações adicionais nos smartphones sem a necessidade de apps dedicadas.