A empresa descobriu recentemente que "uma fração de uma percentagem de anúncios consome uma parcela desproporcional de recursos do equipamento", como a bateria e dados de rede. E por isso vai intervir.
Quando a tecnologia NFC começar a ser utilizada oficialmente no browser, os utilizadores passam a obter informações adicionais nos smartphones sem a necessidade de apps dedicadas.
Ainda se lembra dos tempos em que o Netscape era “rei”? E que tal da altura em que o Internet Explorer estava bem à frente do Firefox e do Chrome? Recorde estes e mais momentos numa viagem pelas quotas de mercado de diferentes browsers ao longo do tempo.
Numa altura em que a privacidade é cada vez mais escrutinada, a Google pode estar a ver a sua proposta de implementação do DNS-over-HTTPS particularmente analisada.
A utilização de emojis nas mensagens e nas redes sociais já não é novidade, mas agora existe uma extensão gratuita do Google Chrome que rastreia o seu “mood” através destes ícones.
As novas restrições nas extensões minimizam o acesso aos dados dos utilizadores, tendo em vista novas medidas para aumentar a privacidade durante a navegação.
A versão 74 do browser trouxe a nova funcionalidade, mas apenas para alguns utilizadores. Contudo, é possível aceder ao modo escuro através de um pequeno truque.
Depois da multa-recorde de julho de 2018, e em vias de voltar a ser multada, a Google altera posição dominante do seu Chrome por defeito, deixando ao critério dos utilizadores a escolha de qual browser instalar.
A equipa de segurança do Chrome tem como missão “matar” os URL tais como conhecemos atualmente, tornando-os simultaneamente mais seguros e mais fáceis de utilizar.
Três anos depois de ter substituído o Internet Explorer, a tecnológica parece ter reconhecido o fracasso do Edge e estará a focar-se na produção do “irmão” do Chrome como browser nativo do Windows 10.
O Chrome 70 para Windows, Mac e Linux já começou a ser disponibilizado e traz algumas mudanças, como a possibilidade de desativar a sincronização automática com outros serviços da Google quando entra no browser, que causou confusão e polémica entre os utilizadores.
A Google foi obrigada a voltar atrás na atualização que desligava o som automaticamente dos sites devido a interferências com aplicações assentes no browser.