As atenções vão estar centradas no Sol, na Lua e na Terra, mas não só. Há outros “mistérios celestes” na mira dos telescópios de infravermelhos da agência espacial norte-americana.
Em Portugal o fenómeno tem pouca expressão, com a sombra da Lua a cobrir apenas cerca de 20% do Sol, mas ainda assim há possibilidade de uma boa observação para quem quiser preparar-se.
O acontecimento de dia 21 de agosto vai ter transmissão em direto para todo o mundo, via TV, online, redes sociais e aplicações, "com pontos de vista únicos”.
Chama-se Slooh já anda há algum tempo por cá, mas agora é notícia por passar a oferecer acesso gratuito aos live streams feitos através dos seus telescópios apontados aos céus.
O céu pouco nublado em todo o território continental – segundo as previsões do IPMA – vai permitir assistir a mais um eclipse parcial da Lua. A “sessão” começa a meio da tarde.
A bordo da Estação Espacial Internacional a mais básica das tarefas obedece sempre a uma série de rituais próprios, ou não estivéssemos a falar de um ambiente sem gravidade. Correr na passadeira é assim.
Enquanto a “magia” do lançamento programado para novembro não acontece, o patrão da SpaceX alimenta as expectativas em redor das viagens a Marte e mais além com um vídeo conceptual publicado no Instagram.
Tal como acontece com outras entidades, a agência norte-americana também lança “desafios” destinados ao “público em geral” para alguns dos seus projetos de exploração espacial. Neste momento há dois em aberto. Um deles com Origami.
Chama-se Mars 2030 e é uma experiência “aprovada” pela NASA que promete pôr os utilizadores na pele – ou será melhor dizer no fato – dos primeiros astronautas a chegarem ao planeta vermelho.
Este mês há mais razões para andar de nariz no ar e preparar-se para observar alguns fenómenos astronómicos durante as noites de agosto. Para além do eclipse parcial da Lua pode contar ainda com as habituais chuvas de meteoros.
Está marcado para novembro o primeiro lançamento de um Falcon Heavy. A decisão marca um dos passos mais importantes da SpaceX em direção ao planeta vermelho... e além dele .
Não está nos polos, mas também não está à vista de todos. Não se sabe ao certo qual é a quantidade, mas um novo estudo sugere que a Lua tem muito mais água do que se pensava, está é por baixo da superfície.
Breakneck é um jogo que mistura velocidade, perícia e estratégia, e que é capaz de oferecer horas de entretenimento sem fim. O objetivo é manter-se vivo num planeta alienígena.
O Google Maps disponibilizou uma maneira de os utilizadores poderem ver o interior da Estação Espacial Internacional a partir de casa, tudo graças à tecnologia do Street View.
A primeira fotografia close-up tirada ao planeta Marte data de 1965 e foi a partir daqui que a NASA se apercebeu de que existe alguma familiaridade com a Terra, mas também muitas diferenças desafiantes, que levaram a todo o avanço tecnológico das explorações ao planeta.
Os túneis que Elon Musk planeia construir por baixo da cidade de Los Angeles podem vir a ser um treino útil para quando chegarem a Marte. "Acredito que, se formos bons a escavar túneis, isso pode vir a ser muito útil para Marte", disse o empresário.
O órgão vai ser composto por representantes das várias entidades nacionais que já se dedicam a este domínio. Em adição, foi ainda aprovada a resolução que cria o Grupo de Projeto Space Surveillance and Tracking.
A empresa tem planos para enviar para a Lua os novos MX Robotic Explorers para explorarem o Polo Sul do satélite natural. A missão é encontrar água, minerais e fazer o transporte de materiais.
Desde que o país se tornou membro da Agência Espacial Europeia (ESA) o sector do Espaço evoluiu de forma significativa em Portugal, com o desenvolvimento de empresas e investigação dedicada a esta área.
A missão da ESA leva o nome de Plato e consiste num “observatório espacial”, formado por mais de duas dezenas de telescópios, que vai em busca de planetas habitáveis fora do sistema solar.
A 4 de julho de 1997, a NASA “tocava” pela primeira vez a superfície de Marte, depois de várias tentativas sem sucesso. O “brilharete” foi conseguido por um pequeno rover chamado Sojourner, em plena missão Pathfinder.
As contas são possíveis graças à sonda espacial Kepler - ou mais precisamente ao seu telescópio - que tem exatamente a missão de perceber se estamos ou não sozinhos no Universo.