Com a ajuda do telescópio James Webb, cientistas estão a avançar na compreensão da meteorologia exoplanetária e descobriram que as variações de brilho observadas no objeto SIMP 0136, uma massa planetária flutuante, são mais complexas do que se pensava.
A atmosfera de um exoplaneta teve a sua estrutura tridimensional mapeada e o resultado é digno de um filme de ficção científica. Na equipa que fez a descoberta que abre portas ao estudo sobre a química e o clima de mundos alienígenas há um português.
O Hubble revela mais segredos da Nebulosa da Tarântula, numa nova imagem repleta de estrelas massivas, poeira cósmica essencial e estruturas surpreendentes.
Uma investigação detalhada feita à estrutura HH 30, com a ajuda do telescópio James Webb, revelou como os grãos de poeira migram e se concentram em discos protoplanetários, um passo essencial na formação dos planetas.
Marcada por colisões e transformações, Andrómeda é uma janela para a evolução do cosmos. O telescópio Hubble revela detalhes únicos desta galáxia vizinha, desvendando segredos que enriquecem o entendimento do universo e da própria Via Láctea.
Tornados, ciclones e furacões são fenómenos que causam estragos na Terra, mas pelos vistos não só. Cientistas detetaram agora ventos planetários numa escala completamente diferente e fora do Sistema Solar.
Depois de mais de uma década a mapear o céu, a missão Gaia da ESA concluiu a sua jornada científica, mudando para sempre o nosso entendimento da Via Láctea. E há um vídeo incrível para celebrar.
Há um português na equipa que categorizou alguns dos chamados objetos transneptunianos com a ajuda do telescópio James Webb, obtendo dados vitais para compreender a origem da água e da vida na Terra e, possivelmente, noutros locais do Sistema Solar ou fora dele.
Uma galáxia surpreendentemente leve, formada nos primórdios do Universo, foi analisada em detalhe pelo telescópio James Webb. Batizada de Firefly Sparkle, revela como estrelas e galáxias começam a moldar-se em fases tão iniciais.
Astrónomos descobriram um buraco negro supermassivo numa galáxia anã, apenas 1,5 mil milhões de anos após o Big Bang. Este "guloso" desafia limites teóricos, revelando pistas intrigantes sobre a evolução da sua espécie.
A 5.300 anos-luz de distância da Terra, nuvens frias de poeira cósmica criam a ilusão de uma silhueta de um lobo fantasmagórico, pronto para assustar os transeuntes mais desprevenidos.
A 200 mil anos-luz há uma verdadeira “festa cósmica” que pode ajudar a revelar os segredos do universo primitivo. Trata-se de uma população de anãs castanhas jovens, também conhecidas como “estrelas falhadas”, a primeira do género encontrada fora da Via Láctea.
Há pelo menos 150 anos que os astrónomos observam a lendária Grande Mancha Vermelha de Júpiter, um anticiclone suficientemente grande para engolir a Terra, mas podem surgir sempre surpresas, especialmente quando o telescópio Hubble entra em ação.
Conhecido pelo seu curioso formato de “sorriso”, o par de galáxias Arp 107 foi imortalizado em novas imagens de alta resolução pelo telescópio James Webb, que revelam detalhes fascinantes do encontro cósmico, entre filamentos de gás e estrelas e núcleos supermassivos.
Lançado pela Neuraspace em parceria com a Força Aérea Portuguesa, o novo telescópio ótico serve para melhorar a segurança e sustentabilidade do Espaço, especialmente na prevenção de colisões entre satélites e lixo espacial.
Aglomerados de estrelas incendiaram o meio interestelar de Andrómeda. Também conhecida como M31, é a galáxia principal mais próxima da Via Láctea, com a qual um dia - muito longínquo - vai colidir. Enquanto isso, continua a ser objeto de estudo entre astrónomos.
São apresentadas como as observações com a mais alta resolução alguma vez registada com telescópios terrestres e abrem uma janela de oportunidade para obter imagens de buracos negros 50% mais pormenorizadas do que era possível até agora, entre outras hipóteses.
As capacidades únicas do Hubble permitiram estudar a diversidade de estrelas no complexo N11, considerado um dos maiores e mais energéticos aglomerados da Grande Nuvem de Magalhães, assim como mapear as diferenças entre cada região.
À medida que o NEOWISE se aproxima do último ato, o seu legado continua a influenciar a forma como entendemos e protegemos o planeta Terra. A missão pode ter terminado, mas os contributos para a defesa planetária durarão por muitas décadas.
Em linha com registos magníficos que já se tornaram a sua assinatura, a imagem escolhida para marcar os dois anos de aniversário do James Webb retrata a interação entre duas galáxias conhecidas como Arp 142, oferecendo uma vista fascinante do caos e beleza do cosmos.
Os buracos negros de massa intermédia são um “elo perdido” há muito procurado na evolução destes fenómenos enigmáticos, raro de encontrar. Agora há evidências que apontam para que Omega Centauri, o maior e mais brilhante aglomerado globular do céu, possa alojar um.
Liderado pelo Instituto de Astrofísica, o futuro telescópio está a ser desenvolvido inteiramente por Portugal, quer a nível de hardware, quer a nível de software. Quer ajudar a resolver o problema do ruído estelar, que limita a identificação de planetas parecidos com a Terra.
A região acima da icónica Grande Mancha Vermelha de Júpiter tinha surpresas que a sensibilidade infravermelha do telescópio James Webb ajudou a descobrir. E com detalhes sem precedentes.
O Chandra X-ray Observatory é um telescópio espacial da NASA projetado para detetar radiação de raios-X emitida por regiões quentes do universo, como restos de estrelas explodidas, aglomerados de galáxias e matéria ao redor de buracos negros.