A nova descoberta em Marte sugere que a química orgânica no planeta pode ter alcançado um nível de complexidade necessário para o surgimento de vida no passado.
Através de uma nova análise, cientistas chegaram à conclusão de que o tom vermelho de Marte é causado por ferridrite, um mineral só se poderá ter formado quando ainda existia água na superfície do planeta.
As chamadas nuvens noctilucentes ou "de brilho noturno" são um tipo raro de nuvem que reflete a luz do Sol quando este está abaixo do horizonte, criando um efeito visual único, que o rover Curiosity gravou em vídeo.
Cientistas de Harvard determinaram os mecanismos químicos através dos quais Marte era capaz de manter calor suficiente nos seus primórdios para sustentar água e possivelmente vida.
Na mesa estão duas opções diferentes para trazer os recipientes com as amostras do solo de Marte para a Terra, mas o programa entrou em pausa devido aos custos elevados e fora do orçamento da NASA.
O rover Perseverance continua a viajar pela borda da cratera Jezero, em Marte, e transmitiu uma atualização do seu estado, na qual aponta as dificuldades enfrentadas.
Os ingredientes base para ser um bom programador, a importância da profissão e até a motivação pessoal para entrar na área são abordadas por João Meira neste artigo de opinião onde não faltam considerações sobre o futuro.
Mais de uma década a passear sobre rochas pontiagudas sem fim tem as suas consequências. Que o diga o rover Curiosity que, à conta do piso “aguçado” de Marte, ficou com as rodas esburacadas. Mas nada que o impeça de continuar a sua missão, pelo menos por agora.
A ChemCam é um dos instrumentos na "cabeça" do Curiosity e que dá ao rover aquele “visual fofo” como se estivesse a olhar em redor. Na verdade, aponta para baixo, para o solo marciano e completou há pouco tempo um milhão de fotografias tiradas.
Há 12 anos, a NASA pousava o rover Curiosity em Marte, após uma descida com direito aos famosos “sete minutos de terror”. Agora partilha num vídeo os desafios do feito notável, parecido a estacionar um carro a 21.000 km/h de olhos vendados.
O rover Perseverance da NASA encontrou uma rocha 'intrigante' na superfície de Marte, que pode ter alojado vida microbiana há milhares de milhões de anos, segundo dados divulgados na sexta-feira pela agência espacial norte-americana.
O rover Curiosity da NASA passou sobre uma rocha e partiu-a, fez marcha-atrás e observou melhor, revelando cristais amarelados nunca vistos em Marte. É enxofre puro.
A tecnologia de tinta electrónica para os ecrãs está na base dos e-readers, como o Amazon Kindle ou Kobo. A TCL também já tem tecnologia de papel electrónico na sua gama NXTPAPER, em tablets e telemóveis.
É quase inacreditável que depois de superar todas as expetativas, o pequeno helicóptero que provou ser possível voar noutros mundos ainda tenha algo para oferecer. O Ingenuity já não voa, mas pode fazer outra coisa. Entretanto há o vídeo da última viagem.
A recuperação do solo e das rochas de Marte está na lista de tarefas da NASA há décadas, mas a data de concretização continua a avançar, à medida que os custos aumentam.
Passados quase três anos e mais de 70 viagens, a jornada histórica do Ingenuity chegou ao fim, mas com saldo muito positivo. É só pensarmos que o pequeno helicóptero da NASA foi para Marte para fazer cinco voos de demonstração, num período de 30 dias.
O contacto com o Ingenuity tinha sido perdido no final do seu 72º voo. Recorde-se que quando o pequeno helicóptero começou a explorar os céus em Marte, em abril de 2021, estavam previstos apenas cinco voos de demonstração da tecnologia.
Em janeiro de 2004 os dois gémeos robóticos Spirit e Opportunity começavam a sua viagem familiar de exploração de Marte, embora em lados opostos do planeta. Criados para durarem 90 dias, duraram uma carrada de anos.
O rover Curiosity da NASA esteve parado durante a conjunção solar no final do ano passado, mas ainda antes conseguiu captar um conjunto de imagens que foram transformadas em timelapses do dia em Marte.
Em 2023 as profundezas cósmicas ganharam protagonistas como Psyche e Euclid, que prometem ajudar “colegas” já experientes como o Hubble, o Perseverance ou mesmo o Webb a desvendarem os mistérios do Universo. O grande foco foi a Lua, sempre a pensar em Marte.
A NASA testou recentemente um novo rotor que poderá ser usado em futuras gerações de helicópteros marcianos. Já em Marte, o Ingenuity aguarda pelo fim da conjunção solar para receber instruções para os próximos voos.
A claridade do brilho noturno visto pela primeira vez em Marte pode ser suficiente para iluminar o caminho a humanos e rovers que explorarem o planeta no futuro, tornando-o tão claro como as nuvens que recebem a luz da Lua na Terra.
A nova proeza em Marte, com os voos 65 e 66 a decorrerem em dias consecutivos, foi realizada em preparação para a próxima conjunção solar, onde as comunicações entre o Ingenuity, e também com o rover Perseverance, serão colocadas em pausa por duas semanas.
Os remoinhos, como aquele que o Perseverance conseguiu captar, são um dos mecanismos que permitem a redistribuição de poeira à superfície do Planeta Vermelho e a sua observação pode ajudar os cientistas a compreenderem melhor a atmosfera marciana.