A rede social TikTok vai passar a integrar uma nova área de conteúdos relacionados com as próximas eleições europeias, que decorrem em junho. Os conteúdos vão estar na língua local dos utilizadores e o objetivo é contribuir para a disseminação de informação falsa ou manipulada.
À medida que Portugal se prepara para a realização de eleições legislativas este ano, o mais recente exercício organizado pelo CNCS testou os mecanismos de articulação entre várias entidades, tendo por base um cenário com incidentes relacionados com campanhas de desinformação.
A Comissão Europeia vai pedir às plataformas digitais que adotem medidas específicas para combater a desinformação no período que antecede as eleições para o Parlamento Europeu, a realizar em junho próximo.
O observatório Iberifier admite que a Inteligência Artificial é uma tendência que vai, até 2030, revolucionar os media em Portugal e Espanha, aplicada sobretudo a resumos e traduções, e alerta para as ameaças da desinformação.
A desinformação e a informação falsa impulsionadas pela inteligência artificial lideram a lista das maiores preocupações a curto prazo do Global Risks Report 2024.
A Comissão Europeia anunciou a investigação formal à rede social de Elon Musk por incumprimento do Regulamento dos Serviços Digitais, no que diz respeito a desinformação e incumprimento de obrigações de transparência relacionados com a guerra de Israel ao Hamas.
O TikTok afirma que foram removidas mais de 12.000 contas falsas com origem na Rússia, incluindo 800 identificadas por uma recente investigação da BBC.
Estando previstas eleições em mais de 70 países no próximo ano, a ONU alerta para o facto de serem as primeiras numa era de inteligência artificial generativa, o que pode aumentar o risco da desinformação.
A inteligência artificial pode ajudar a combater a desinformação ('fake news'), consideraram hoje especialistas na verificação de notícias, num fórum realizado na capital das Honduras.
A Comissão Europeia requisitou oficialmente informação à Meta sobre as medidas que está a executar para mitigar a desinformação no âmbito dos ataques terroristas do Hamas em Israel nas suas redes sociais.
A inteligência artificial consegue gerar áudios de figuras públicas e políticas e manipular contextos que podem levar as pessoas ao engano. A iniciativa Cidadãos pela Cibersegurança alerta para o perigo nas eleições e dicas como detetar áudio deepfake.
Depois de Elon Musk, chega agora a vez de Mark Zuckerberg ser alertado pela Comissão Europeia para a presença de desinformação acerca do conflito em Israel nas plataformas da Meta, incluindo deepfakes e conteúdo manipulado.
Thierry Breton, comissário europeu do Mercado Interno, lembra que o Regulamento dos Serviços Digitais estabelece obrigações muito específicas sobre a moderação de conteúdo e apela a Elon Musk para que responda ao pedido feito num prazo de 24 horas.
Além da inteligência artificial, dados da Google mostram um crescimento no interesse dos internautas portugueses em desenvolver competências digitais, em cibersegurança e em desinformação online.
A Meta, dona do Facebook, Instagram e WhatsApp, anunciou hoje que eliminou milhares de contas ligadas às forças de segurança chinesas no que poderia ser a maior operação de influência secreta nas redes sociais a nível global.
Um relatório da NewsGuard mostra que mais de 140 marcas estão a pagar por anúncios que vão parar a websites que usam ferramentas de inteligência artificial, como chatbots, para produzir conteúdo que não é de confiança, fazendo-se passar por páginas noticiosas aparentemente legítimas.
Segundo um estudo publicado pela Science Advances, as ferramentas de inteligência artificial generativa para conversação, como o ChatGPT, tanto podem ser usados para informar como desinformar os utilizadores em redes sociais, sendo mais eficazes que os humanos.
O secretário-geral da ONU, António Guterres, deu hoje início à elaboração de um código de conduta para as plataformas digitais visando regular o uso da inteligência artificial (IA) e travar a desinformação e o discurso de ódio online.
O Telegram terá de retirar um comunicado enviado pela empresa aos seus utilizadores, sobre um projeto de lei que visa coibir a desinformação na Internet, por ordem de um juiz do Supremo Tribunal Federal do Brasil.
A polícia chinesa lançou uma investigação a um portal de notícias que usava o popular programa de inteligência artificial ChatGPT para gerar e divulgar artigos falsos, com o objetivo de obter grandes quantidades de tráfego e lucro.
O Supremo Tribunal Federal (STF) do Brasil considerou que ações de tecnológicas como Google, Meta, Spotify contra um projeto de lei sobre desinformação na Internet podem significar abuso de poder económico e determinou que a polícia terá de ouvir as empresas.
O Governo brasileiro acusou hoje a Google de promover uma "campanha abusiva e enganosa" contra um projeto de lei que o parlamento está a debater para acabar com a circulação de desinformação na Internet e impôs sanções à empresa.