Desde apps que recorrem à tecnologia a projetos de combate a conteúdos manipulados, neste ano muitas organizações e gigantes tecnológicas mostraram que as deepfakes podem ser usadas para informar e animar os cidadãos.
O surgimento das deepfakes afirma-se como “um dos momentos mais decisivos na história da comunicação humana” nas palavras de Nina Schick. No Web Summit 2020, a autora juntou-se a Hao Li, cofundador e CEO da Pinscreen para uma conversa acerca do perigo que a manipulação de conteúdo representa.
O projeto, coordenado pela Full Fact, uma organização britânica de fact checking, quer lançar em janeiro de 2021 uma framework com novas regras comuns para lidar com a desinformação online acerca da pandemia de COVID-19.
A disseminação de informação falsa sobre temas ligados à saúde tem registado mais visualizações no Facebook do que aquela que é publicada por fontes oficiais como a OMS.
À semelhança de outras redes sociais, o TikTok apresenta dados de todos os candidatos, assim como informações sobre o sistema de votos e outros conteúdos informativos.
Uma análise da Global Disinformation Index a 480 websites que publicam informações falsas acerca da COVID-19 indica que 95% dos anúncios presentes são apresentados através dos serviços da Google, Amazon e OpenX, com 75% das publicidade a recorrer à plataforma da gigante de Mountain View.
No seguimento da ordem executiva assinada por Donald Trump, surgiram duas novas propostas de lei querem mudar as regras para aumentar o escrutínio das práticas de moderação das redes sociais e remover a imunidade que têm perante a Lei norte-americana.
O Bot Sentinel tem como missão ajudar na luta contra a propagação de informação falsa no Twitter. Por trás da plataforma está uma inteligência artificial que é capaz de detetar se um utilizador é na verdade um bot, com uma precisão de 95%.
A ordem assinada por Donald Trump para “castigar” as redes sociais enfrenta agora o seu primeiro desafio legal. O Center for Democracy and Technology afirma que a decisão é inconstitucional e que poderá mesmo interferir nas eleições presidenciais deste ano.
A organização funciona como um hub, para que verificadores de factos, académicos e investigadores colaborem entre si, assim como com empresas de media e outros especialistas.
A nova ordem foi assinada a 28 de maio e, embora possa trazer mudanças à Internet como a conhecemos, apenas poderá entrar em vigor se passar pelos inúmeros desafios legais que enfrenta.
Donald Trump poderá assinar em breve uma ordem executiva que fará uma revisão à legislação que estabelece que as plataformas digitais não são responsáveis perante a Lei pelo conteúdo nelas publicado.
Para travar a utilização indevida da tecnologia e a propagação de informações falsas acerca da COVID-19, o Fórum Económico Mundial indica que é necessária uma abordagem que envolva Governos, empresas que estão por trás das plataformas digitais, criadores de bots e utilizadores.
A empresa liderada por Jack Dorsey afirma que está simplesmente a cumprir novas diretrizes que estabeleceu em relação a informação falsa. No entanto, a decisão não agradou a Donald Trump, que ameaçou regular fortemente as redes sociais ou até mesmo fechá-las.
Para ajudar os utilizadores a manterem-se mais bem informados sobre a COVID-19, os tweets visados terão também links onde é possível consultar informações validadas por entidades e autoridades, por exemplo, na área da saúde.
A teoria falsa de que o 5G é um dos fatores que causou o aparecimento da pandemia de COVID-19 levou ao incendiar de torres de 5G em várias localidades no Reino Unido. O YouTube vai reforçar as medidas de remoção de conteúdo que pode pôr em causa a vida da população.
A Organização Mundial de Saúde já disse que as fake news estão a espalhar-se mais rapidamente do que o próprio coronavírus e a Europa explica agora como está a combater-se a desinformação na Europa.
Perante a pandemia que está a assolar o mundo, o Twitter decidiu apertar ainda mais a segurança da plataforma e proibir as publicações que coloquem os utilizadores em risco de contrair o COVID-19.
O conteúdo em questão demonstrava uma montagem de vídeo de um discurso de Joe Biden. O vídeo foi editado de forma a dar a entender que o candidato presidencial estava acidentalmente a apoiar a reeleição de Donald Trump.
Um estudo recém-publicado revela que a publicidade gerou cerca de 37 milhões de dólares de receitas. A campanha de desinformação tinha como objetivo influenciar os eleitores em determinados estados norte-americanos.
Depois de Organização Mundial da Saúde ter declarado o estado de emergência de saúde pública foram várias as empresas tecnológicas que tomaram medidas de contenção. O Facebook e a Google querem evitar que o público tenha acesso a informações que podem por em risco a sua vida.