A nova rede social da família do Facebook e do Twitter atraiu mais de 100 milhões nas primeiras semanas, mas não tem sido fácil manter o interesse dos utilizadores. A próxima novidade era aguardada e vai permitir fazer no PC tudo o que já se faz na app.
Dados avançados por um "informador" no Twitter, mostram que as etiquetas darão a conhecer se os criadores das publicações utilizaram IA para criar o conteúdo apresentado.
Mark Zuckerberg mostra-se satisfeito com os níveis de utilização do Facebook, Instagram e WhatsApp, mas a grande aposta da Meta vai continuar a ser o metaverso e a inteligência artificial e a empresa avisa que vai continuar a gerar perdas nessa área.
As violações de privacidade dos utilizadores do Instagram e Facebook podem custar à Meta 90 mil euros por dia entre 4 de agosto até 3 de novembro, caso não tome ação contra estas práticas, disse o regulador para a proteção de dados norueguês.
A Meta anunciou a possibilidade de utilizar o avatar em tempo real para substitui-lo nas videoconferências no Instagram ou Messenger, se sentir que não está com a melhor apresentação para aparecer no “mundo real”.
De acordo com Mark Zuckerberg a Threads reuniu mais de 10 milhões de perfis em apenas sete horas. Na UE ainda não é possível experimentar, mas internautas de outras partes do mundo deixam um alerta para quem tenciona abrir um perfil na aplicação.
A Meta decidiu partilhar mais detalhes de como os seus sistemas de inteligência artificial classificam o conteúdo a apresentar no feed de notícias do Facebook ou nas stories do Instagram.
A Meta está a alargar a disponibilização do "Meta Verified", o selo de verificação que confirma a identidade do utilizador. Os preços já são conhecidos para Portugal.
O TikTok, mas também as redes sociais da Meta, têm vindo a ser cada vez mais pressionadas para assumirem um papel ativo na proteção dos jovens e parecem empenhadas em mostrar que vestiram a camisola desta causa. Ambas têm novas ferramentas para dar a conhecer.
Os vídeos criados no canal de vídeos curtos do Instagram, o Reels, vão passar a poder ser descarregados para o telemóvel ou PC para posterior partilha noutros locais. Mas há regras e limites para usar a nova funcionalidade.
A rede social, que está a ser desenvolvida desde janeiro, afirma-se como a resposta da Meta ao Twitter. A plataforma vai basear-se no Instagram e integrará o mesmo protocolo descentralizado que é utilizado pela Mastodon.
De acordo com uma investigação, o Instagram está a ser usado para ligar pedófilos a vendedores de conteúdo de abuso sexual de crianças através dos sistemas de recomendação da rede social. A Meta admite falhas na resposta ao problema e a Comissão Europeia já exigiu à empresa que tome medidas imediata
Sara Rechena é redatora de videojogos e faz streams de gaming na Twitch, oportunidades que agarrou depois de praticar “frente ao espelho” técnicas de apresentação televisiva.
Nas palavras de Adam Mosseri, responsável pelo Instagram, a rede social quer “ser mais eficaz” a explicar como tudo funciona. A plataforma dá também a conhecer que medidas se prepara para tomar de modo a responder às preocupações sobre o fenómeno do shadow banning.
Em Portugal, 90% dos jovens usam as redes sociais desde os 13 anos e 86% admitem estar viciados, ficando aborrecidos se não acederem às plataformas. O uso excessivo e os conteúdos encontrados também afetam a saúde mental, contribuindo para uma baixa autoestima.
Há novas regras que obrigam a comunicar às finanças rendimentos anuais acima de determinado número de vendas ou valores ganhos por singulares ou empresas em plataformas online como a Vinted, OLX, Instagram, Amazon ou mesmo Airbnb.
O humorista português Hugo Soares ficou sem a conta do Instagram após várias queixas de famílias brasileiras contra um vídeo de uma atuação num bar no Porto, em que fez uma piada sobre uma boneca com síndrome de Down.
A funcionalidade é uma das novidades recentemente anunciadas pelo Instagram. Além de poder partilhar até 5 ligações é possível adicionar títulos, assim como colocá-las na ordem que desejar.
Depois de um acordo assinado em 2020, com vários compromissos, a Meta mudou regras de privacidade nas suas plataformas, mas a Comissão Federal do Comércio considera as mudanças tímidas e já decidiu qual é o castigo.
“A cabritinha”, “Chupa Teresa”, “Mestre de culinária” ou “A garagem da vizinha” ouvem-se por Portugal inteiro e também fazem sucesso nas redes sociais. Os populares trocadilhos das músicas de Quim Barreiros andam pelo Facebook, Instagram e Twitter. Já espreitou?
Mark Zuckerberg falou aos investidores da estratégia em curso na Meta, que detém o Facebook, Instagram e WhatsApp, durante a apresentação dos resultados financeiros das empresas para o primeiro trimestre.