“Alexa, play the Queen’s Christmas Day message”: é esta a frase para “acionar” o discurso de Natal da Rainha de Inglaterra nos equipamentos Echo da Amazon.
O Made For You ainda só está disponível nos EUA e, por enquanto, ainda só é possível personalizar camisolas. No entanto, o serviço oferece-lhe várias opções de personalização.
A startup Zoox, pertencente à Amazon, revelou imagens do veículo que quer concorrer com serviços como a Uber e a Lyft nos Estados Unidos, apesar de ainda não ter uma data oficial para o seu lançamento. Este tem uma autonomia de 16 horas.
A tecnológica portuguesa acaba de anunciar uma parceria estratégica de longo prazo com a AWS que vai facilitar a integração de serviços para os clientes de forma fácil e rápida. A prioridade vão ser serviços de Machine Learning e Inteligência Artificial.
Os processos da Google, Apple e Amazon na Europa e o novo acordo de colaboração tecnológica com os EUA foram temas abordados pela comissária europeia da concorrência que tem sido mais ativa na limitação do poder das “big tech”. Mas Margrethe Vestager tem dúvidas sobre a imposição da separação estrut
Um recém-publicado estudo revela que os serviços de reconhecimento de imagem associam frequentemente fotografias de homens a termos como “empresário” ou “funcionário de alto escalão”. Já no que toca às mulheres, os sistemas associavam as imagens a palavras como “sorriso”, “beleza” ou “penteado”.
Em cima da mesa está a possibilidade de a Amazon ter usado dados que não são públicos de vendedores independentes da plataforma na Alemanha e em França para otimizar o seu negócio.
No que toca aos resultados do terceiro trimestre de 2020, a Amazon foi quem conseguiu mais receitas, somando 91,6 mil milhões de dólares. A Google conseguiu recuperar a queda no volume de negócios no trimestre passado, mas, por outro lado, a Apple registou uma diminuição nas vendas do iPhone.
A entidade reguladora da concorrência no Japão deixou clara a intenção de escrutinar “agressivamente” as práticas de qualquer gigante tecnológica, como a Google, Apple, Facebook e Amazon, que abuse da sua posição dominante no mercado.
O relatório com as medidas apresentadas pelos democratas americanos ontem já mereceu resposta das empresas visadas. A Amazon revela que já tentou separar a sua loja de terceiros, mas os clientes ficaram confusos.
Sob escrutínio dos legisladores americanos, Apple, Amazon, Google e Facebook podem ser brigadas à restruturação, para quebrar monopólio e promover mais concorrência no sector tecnológico.
A Reveal indica ainda que as lesões graves tendem a aumentar nos dias que se seguem aos maiores saldos do ano, como o Amazon Prime Day e o Cyber Monday.
Através da Lei dos Serviços Digitais, gigantes como a Google, Apple, Facebook e Amazon terão de partilhar os dados que recolhem com as suas rivais. Estão ainda previstas mudanças na forma como gerem as suas plataformas digitais e vendem os seus produtos ou serviços.
Existem grupos no Facebook onde vendedores solicitam avaliações falsas a outros membros. Estas são remuneradas e feitas para favorecer determinados produtos, como para desfavorecer artigos concorrentes. A Amazon apagou 20 mil avaliações falsas da sua plataforma.
Em causa está o envio de produtos dos seus parceiros, à venda no Marketplace, como baterias defeituosas. Uma delas explodiu e causou queimaduras à sua utilizadora, que colocou a gigante do retalho em tribunal.
Um grupo de 50 empresas, organizações e associações tecnológicas, que inclui as gigantes Amazon, Apple e Facebook, defende em tribunal que a suspensão de vistos de imigração não serve os interesses dos Estados Unidos e será prejudicial para todos os elementos que compõem a economia do país.
Os resultados financeiros do segundo trimestre de 2020 das quatro gigantes tecnológicas norte-americanas revelam, em geral, uma tendência de crescimento dos lucros e receitas. Contudo, o volume de negócios da empresa-mãe da Google registou a primeira queda de sempre.