O Project Kuiper da Amazon quer entrar em concorrência direta com o serviço de Internet Starlink da SpaceX. Para manter a sua licença da FCC, a empresa liderada por Jeff Bezos terá de lançar metade da constelação de satélites até 2026 e colocar os restantes equipamentos em órbita até 2029.
Embora a Amazon, Apple, Facebook e Google estejam a ser escrutinadas por diferentes motivos, ao longo da sessão de cinco horas, os congressistas destacaram os padrões de comportamento problemáticos que têm entre si: desde a forma como controlam a distribuição de bens e serviços, bem como a monitoriz
Os líderes da Amazon, a Apple, o Facebook e a Google preparam-se para serem ouvidos hoje pelo Congresso norte-americano no seguimento da investigação antitrust da FTC. Desde argumentos sobre a concorrência nos mercados internacionais à criação de múltiplos postos de trabalho, que defesas é que os CE
A valorização de 8% da Amazon em bolsa esta segunda-feira fez disparar a fortuna do líder da empresa. Nunca ninguém ganhou tanto dinheiro num único dia.
Em Los Angeles, os clientes de um supermercado da Amazon vão passar a colocar as compras num carrinho que deteta de forma automática os produtos e a quantidade, permitindo também pesar itens e fazer um pagamento mais rápido.
Uma análise da Global Disinformation Index a 480 websites que publicam informações falsas acerca da COVID-19 indica que 95% dos anúncios presentes são apresentados através dos serviços da Google, Amazon e OpenX, com 75% das publicidade a recorrer à plataforma da gigante de Mountain View.
Um grupo de investigadores alemães descobriu que existem múltiplas sequências de palavras que ativam os assistentes inteligentes da Apple, Google, Microsoft e Amazon sem o conhecimento do utilizador. A questão torna-se mais problemática quando os colaboradores das empresas ouvem as gravações para tr
Também a Amazon fez um update à Alexa para mostrar a sua posição face ao racismo, numa altura em que esta atualização representa a posição das gigantes tecnológicas em relação ao assunto que se tornou viral em todo o mundo.
A Amazon alega que o esquema de fraudes foi levado a cabo por duas entidades que se afirmam como empresas de apoio técnico na área da informática. Ao instalaram as aplicações ou acederem aos websites, os utilizadores eram forçados a aderir a planos de seguros com valores avultados.
Em todas as crises há empresas que acabam por ver os lucros aumentarem e essa é a tendência no caso das gigantes tecnológicas com a pandemia que está a marcar o ano.
Colaboradores e executivos podem ter usado dados de vendedores para orientar o desenvolvimento de produtos semelhantes, bem como para definir o seu preço, de forma a ganhar vantagem num cenário de concorrência.
Crucible e New World são dois dos primeiros videojogos produzidos pela Amazon. A empresa liderada por Jeff Bezos preapara-se também para avançar no mundo do cloud-gaming com um misteriosos Project Tempo.
A tecnologia não está preparada para identificar corretamente o que indivíduos de diferentes raças dizem. Os investigadores da Stanford University concluem que o preconceito racial existente nos sistemas é fruto da forma como são treinados.
A pandemia está a causar uma forte desvalorização das gigantes tecnológicas norte-americanas na bolsa. Ao contrário da Microsoft e da Apple, a Amazon e a Google acabaram por sair do restrito clube das empresas com um 1 bilião de dólares em capitalização bolsista.
Perante a pandemia de COVID-19, as gigantes tecnológicas estão a tomar medidas para garantir que as aplicações das suas lojas digitais são fontes de informação fidedigna e impedir que se lucre à custa do pânico dos utilizadores.
Para fazer face ao crescimento exponencial da procura nesta altura, a Amazon quer contratar 100.000 colaboradores e vai aumentar o salário de alguns colaboradores já a partir do próximo mês de abril.
O trabalho remoto e a restrição das visitas aos seus escritórios em Washington estão a ser as principais medidas tomadas pela Amazon, Google, Microsoft e Facebook para tentar travar a disseminação do COVID-19.
A NVIDIA, a Amazon e a Sony são as mais recentes gigantes tecnológicas a anunciar que não vão estar presentes no evento da GSMA. Perante as mais recentes "desistências", a Samsung poderá também reduzir a sua presença na feira tecnológica.