Ao que tudo indica, a Foxconn já está a preparar as linhas de produção de produtos da Apple na sua fábrica no noroeste do Vietname e espera-se que estejam operacionais no primeiro semestre de 2021.
Na abertura da Conferência do Fórum Internacional de Ciência, Tecnologia e Inovação, realizada em Macau, o presidente chinês diz-se preparada para promover intercâmbios tecnológicos com os diversos países do mundo.
Embora não consiga ajudar a Huawei no negócio dos smartphones, uma vez que os equipamentos requerem chips mais tecnologicamente avançados, a nova fábrica permitirá à empresa ultrapassar algumas das dificuldades das restrições impostas pelo governo de Donald Trump.
Perante as crescentes tensões com os Estados Unidos, a China quer reduzir a sua dependência de tecnologia importada, incluindo chips e semicondutores, modernizar a cadeia industrial e de abastecimento e acelerar o seu processo de digitalização.
O iQOO 5 Pro da Vivo lidera agora o ranking da AnTuTu do mercado chinês depois de ter destronado o Mi 10 Ultra da Xiaomi. Já no que toca aos smartphones de gama média com o melhor desempenho em setembro, o primeiro lugar é ocupado pelo Redmi 10X Pro 5G.
A missão chinesa Tianwen-1 encontra-se agora a mais de 24 milhões de quilómetros de distância da Terra e conta com uma uma data de chegada prevista a Marte em fevereiro de 2021, mas a sua aterragem deve acontecer apenas em maio.
Horas extraordinárias, férias canceladas e bónus para quem mais trabalha: assim é a vida na “iPhone City” da Foxconn em Zhengzhou, na China. Recorde-se que a Apple terá encomendado às suas fábricas e fornecedores a produção de pelo menos 75 milhões de unidades de smartphones até ao fim do ano.
As empresas norte-americanas terão mesmo de pedir uma licença para realizar negócios com a Semiconductor Manufacturing International Corporation. A decisão do governo dos EUA está a ter impacto na cotação da fabricante na bolsa de valores, fazendo com que as suas ações registassem uma queda de 7,9%.
Depois de Donald Trump ter dado a conhecer ainda nesta semana que poderia voltar atrás na sua decisão, o acordo de venda da aplicação da ByteDance parece estar “por um fio”. Para evitar a proibição nos Estados Unidos, o TikTok voltou a tribunal, alegando que a ordem do governo norte-americano é inco
Embora não tenha avançado mais pormenores acerca da aplicação que quer competir diretamente com o TikTok, Jimmy Yi, presidente da Oppo para a região Ásia-Pacífico, deu a conhecer que a fabricante quer apostar numa estratégia que vai além dos smartphones e com uma maior ênfase nos serviços online.
A nova lei de exportações tecnológicas pode significar que a ByteDance terá de pedir uma licença ao governo chinês antes de vender o TikTok a uma empresa norte-americana.
A Universidade de Ciência e Tecnologia de Macau (MUST) está envolvida na missão chinesa que vai explorar Marte. Pequim lançou ontem uma sonda que vai pousar no planeta vermelho mas há mais projetos.
Composta por uma sonda e um rover, a missão Tianwen-1 começou agora a sua longa viagem de sete meses até chegar ao Planeta Vermelho. Entre os seus objetivos da missão está a exploração do solo marciano, assim como do seu clima e atmosfera.
A O-Film, uma das principais fornecedoras de módulos táteis para ecrãs e lentes fotográficas da Apple, foi adicionada à lista de empresas chinesas que não podem fazer negócios com os Estados Unidos. As 11 organizações visadas são acusadas de participarem na repressão da comunidade Uyghur e de outras
Dois suspeitos foram acusados de uma campanha para enriquecerem e ajudarem o governo chinês no roubo de informações e investigações em torno da doença.
A China já posicionou o foguete que vai lançar a sonda Tianwen-1 para Marte na próxima semana, juntando-se aos Estados Unidos e Emirados Árabes Unidos, que aproveitaram também condições favoráveis para iniciar missões ao Planeta Vermelho neste mês.
Depois de uma análise mais profunda, investigadores da Chinese Academy of Sciences determinaram que a substância é o resultado do derretimento de rochas devido ao impacto de meteoritos ou de erupções vulcânicas. Porém, as conclusões não são definitivas.
Empresas querem analisar uma nova lei de segurança que entrou em vigor no passado dia 1 de julho. O Twitter afirma ter dúvidas "quanto às intenções desta lei" e o Facebook acredita que viola o direito à liberdade de expressão.
A Apple já tinha avisado os developers de que precisariam de licenças oficiais até 30 de junho para cumprir a lei estabelecida pelo Governo chinês em 2016. São vários os analistas que sugerem que a China está a “apertar o cerco” à gigante de Cupertino devido às tensões entre o país e os Estados Unid
Depois da promulgação da nova lei esta semana em Hong Kong, há um movimento para "apagar" o histórico de posts e não deixar rastos de críticas à China na Internet.
O Ministério da Informação e Tecnologia da Índia afirma que recebeu várias queixas acerca das aplicações visadas, com acusações de que estavam a roubar os dados dos utilizadores e a enviá-los de forma sub-reptícia para servidores localizados fora do país, e decidiu bani-las.