São vários os exemplos de casos em que as redes sociais foram usadas para disseminarem ódio e desinformação nos últimos anos. O livro da jornalista filipina Maria Ressa destaca os perigos e avisa que a arquitetura das redes sociais é uma "bomba atómica invisível".
A Meta já confirmou que vai seguir as recomendações da Comissão Europeia e mudar a forma como comunica as alterações de serviços aos utilizadores do WhatsApp .
O Banco de Portugal (BdP) alertou hoje para três contas no Facebook que não estão habilitadas a conceder, intermediar ou efetuar consultoria de crédito em Portugal.
O Instagram e o Facebook são membros fundadores da Take it Down e a criação da plataforma do NCMEC (National Center for Missing & Exploited Children) contou com o apoio financeiro da Meta.
A Meta, empresa que controla as redes sociais Facebook e Instagram, disse hoje que desativou contas falsas pró governos de Cuba e Bolívia, usadas para desacreditar os opositores daqueles países e "elogiar" conteúdos dos executivos.
A Meta está a preparar um serviço de subscrição, batizado Meta Verified, que incluirá vantagens e funções adicionais, incluindo selos de verificação de conta para quem pagar.
Há uma nova versão da inteligência artificial que determina os anúncios de publicidade que os utilizadores do Facebook assistem, justificando o motivo da escolha.
A Meta estreou a funcionalidade Conversas da Comunidade na Europa. A novidade, que chega ao Facebook e ao Messenger, vai ajudar os utilizadores a encontrarem comunidades que falam de assuntos que lhes interessam ou que os preocupam.
A empresa de tecnologia Meta vai reativar as contas do ex-Presidente dos Estados Unidos Donald Trump no Facebook e no Instagram “nas próximas semanas”, após terem estado suspensas durante dois anos, segundo o presidente dos assuntos globais, Nick Clegg.
O ex-presidente dos Estados Unidos Donald Trump, que quer voltar a concorrer à Casa Branca, pediu oficialmente à Meta para lhe desbloquear a conta do Facebook.
Tentar recuperar uma conversa acidentalmente eliminada no Messenger pode parecer um problema sem solução, no entanto, é possível experimentar algumas técnicas para encontrar a informação perdida.
A Meta, empresa-mãe do Instagram e Facebook, redes sociais regularmente acusadas de prejudicar a saúde mental dos utilizadores mais jovens, determinou o fim dos anúncios que segmentem os adolescentes com base no seu género.
No processo, as escolas defendem que as empresas tecnológicas conseguiram “explorar as mentes da juventude”, fazendo com que dezenas de milhões de estudantes por todos os Estados Unidos fiquem “colados” às redes sociais e plataformas
O grupo Meta, que controla o Facebook, recebeu duas multas que totalizam 390 milhões de euros por violação do regulamento europeu sobre proteção de dados, anunciou hoje o regulador irlandês, que atuou em nome da União Europeia.
Os congressistas dos Estados Unidos acreditam que as plataformas sociais similares ao TikTok, como o Twitter e YouTube, usam algoritmos parecidos e querem mais transparência.
Não quer ser relembrado das suas Memórias no Facebook? A rede social permite gerir as notificações, sendo também possível ocultar determinadas pessoas, datas ou períodos específicos que não tenciona recordar.
O TikTok está a açambarcar o tempo passado online, e outras redes sociais procuram respostas para se adaptarem ao modelo de vídeos curtos e ao algoritmo viciante, mas a ByteDance está na mira das autoridades norte americanas. Pelo meio o Facebook perde-se pelo metaverso e Elon Musk parece estar deci
A Meta já alinhou os termos e o montante do acordo que pode permitir terminar com a ação popular que corre nos EUA contra a empresa, por não ter conseguido proteger a privacidade dos utilizadores, expondo dados pessoais à máquina de campanha de Donald Trump.
A associação lançou uma campanha que pretende encorajar as organizações a deixar o Twitter, Facebook e Instagram e a usar alternativas no Fediversi, como o Mastodon.
A Comissão Europeia considerou que a empresa Meta favorece a sua rede social Facebook no que respeita aos anúncios classificados online, nomeadamente na plataforma Marketplace.
Uma ação judicial coletiva foi apresentada hoje no Quénia contra a casa-mãe do Facebook, Meta, sobre o papel da plataforma na propagação da violência em África e que inclui um pedido de indemnização de 2 mil milhões de euros.
Segundo novos dados avançados por um especialista da equipa de resposta a incidentes de segurança informática do setor financeiro polaco (CSIRT KNF), há a possibilidade de os dados do WhatsApp expostos serem informação “reciclada” de uma fuga no Facebook em 2019.
A Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE) apreendeu, em Braga, mais de 60.000 euros em artigos contrafeitos, que estavam à venda no Facebook, e o suspeito pela prática do crime ficou sujeito ao termo de identidade e residência.