A página de Internet da Assembleia Nacional Francesa está bloqueada desde esta manhã devido a um ataque reivindicado pelo grupo de piratas informáticos pró-Rússia NoName, em resposta ao apoio da França à Ucrânia.
O Governo francês proibiu hoje a instalação e o uso de aplicações recreativas, como a rede social chinesa TikTok e a plataforma norte-americana de streaming Netflix, nos telemóveis de trabalho dos 2,5 milhões de funcionários públicos.
A pequena rocha espacial foi descoberta umas horas antes do impacto, apesar da dimensão reduzida: tinha apenas um metro de largura. Ainda assim, “deu show”.
A dona do TikTok foi multada pela CNIL por manipular os utilizadores a aceitar os termos da rede social, dificultando a recusa do consentimento de ativar os Cookies na versão website da aplicação.
É mais uma multa a uma gigante tecnológica que vem da França, desta vez visando a Microsoft. A Google e a Meta também já tinham sido multadas pela CNIL por dificultarem a recusa de cookies.
Piratas informáticos, que exigiram vários milhões de dólares ao hospital de Corbeil-Essonnes, a sul de Paris, em agosto, divulgaram dados de saúde roubados num ciberataque, após a recusa do estabelecimento em pagar o resgate.
Em impostos inesperados, a descoberta valerá até agora cerca de 10 milhões de euros, mas a soma pode considerar consideravelmente porque o software só foi aplicado em algumas regiões e pode passar a ser usado em todo o país.
A indústria automóvel e as aplicações de IoT vão estar entre os principais beneficiários dos wafers fabricados na nova infraestrutura que deve estar a funcionar em pleno em 2026, ainda antes das novas fábricas da Intel na Alemanha.
A velocidade de cálculo do novo The Frontier mais do que duplica a do sistema que nos últimos dois anos liderou este top mundial, o supercomputador japonês Fugaku.
Cortes e lentidão no acesso à internet estão a ocorrer hoje em várias cidades francesas, depois de atos de vandalismo terem afetado a rede de fibra ótica.
A Google é também obrigada a mudar sete cláusulas de contratos datados de 2015 e 2016, incluindo a que se refere às comissões de 30% sobre as receitas geradas por developers de aplicações na Play Store, dentro de um prazo de três meses.
Emmanuel Macron deixou uma mensagem dedicada ao marco alcançado pelo país de ter 25 empresas francesas da área tecnológica avaliadas em mais de mil milhões de dólares, ganhando o estatuto de "Unicórnio".
A Google foi multada em 169 milhões de euros e a Meta em 60 milhões por dificultar os seus utilizadores a recusarem o uso de cookies. As empresas têm agora três meses para cumprirem as ordens.
A Clearview AI criou e gere uma polémica aplicação, baseada em inteligência artificial, que compilou milhares de imagens de redes sociais, usadas para permitir o reconhecimento facial de pessoas. França diz que a tecnologia viola a lei. A opção é apagar ou pagar multas pesadas.
“Estamos em desacordo com alguns elementos jurídicos e consideramos que o valor da multa é desproporcional tendo em conta os esforços que temos feito”, afirma Sébastien Missoffe, presidente executivo da Google France.
A Google não terá seguido uma ordem da autoridade da concorrência francesa para chegar a um acordo justo com editores de jornais e revistas, assim como de agências noticiosas, para poder usar o conteúdo noticioso que produzem no serviço Google News.
A decisão surge após uma queixa apresentada em maio de 2020 por seis associações que defendiam que o Twitter não estava a cumprir as suas obrigações em matéria de combate ao ódio na plataforma.
A autoridade da concorrência francesa chegou ao valor da multa de 220 milhões de euros depois de ter negociado com a Google, que aceitou as acusações e assumiu compromissos para as suas políticas futuras relacionadas com a publicidade.
O executivo de Emmanuel Macron continua vigilante nas práticas comerciais da Google e acaba de aplicar mais uma multa à gigante da internent. O valor de 1,2 milhões de euros já resulta de um acordo entre a Google e a Direção Geral de Concorrência francesa, e o sistema de classificação de hotéis já f
Localizado na região de Ile-de-France, o novo centro de Investigação e Desenvolvimento da Huawei tem em vista a interação com a comunidade científica e reúne cerca de 30 cientistas vindos de vários pontos do mundo.