A empresa chinesa está a preparar-se para a possibilidade de ser impedida de continuar a utilizar o sistema operativo Android, na sequência das sanções impostas pelo governo americano.
A fabricante chinesa começa a manifestar dificuldades na colocação de novos produtos nas lojas devido à crise com os Estados Unidos. O smartphone dobrável também foi adiado, mas desta vez devido à Samsung.
O primeiro smartphone Huawei com suporte à tecnologia de quinta geração foi aprovado oficialmente pelas autoridades chinesas, indiciando que o seu lançamento no mercado deve estar próximo.
Ainda no rescaldo da guerra tecnológica entre os Estados Unidos e a China, e a Huawei no centro de sanções, a Google deixará de poder atualizar os equipamentos da marca chinesa e comprometer a segurança.
A empresa terá reduzido as encomendas à Foxconn e pode estar a reavaliar o objetivo comercial que se propôs a alcançar até ao final de 2020, quando pretendia tornar-se na maior vendedora de smartphones do mundo.
O governo de Pequim anunciou que vai criar uma "lista de entidades não confiáveis" com empresas e indivíduos estrangeiros que considera ameaçarem os interesses das empresas chinesas.
Os dados da Gartner mostram que as vendas de smartphones no primeiro trimestre baixaram 2,7%. A Samsung continua à frente mas a Huawei foi a empresa que mais cresceu.
A gigante das telecomunicações chinês Huawei lançou uma nova ofensiva contra a administração de Donald Trump ao pedir a um tribunal norte-americano para anular a "proibição tirânica" de compra dos seus equipamentos.
A nova técnica de litografia da TSMC começará a ser produzida em massa em breve e a Huawei será a primeira a receber a tecnologia para o seu próximo processador.
Apesar da guerra comercial entre Estados Unidos e China, Ren Zhengfei não espera qualquer tipo de retaliação à tecnológica americana por parte do governo do seu país.
Entre os equipamentos disponibilizados pela EE com acesso à rede 5G deixaram de constar os da marca chinesa Huawei, que tinham sido anteriormente anunciados pela operadora.
A tecnológica americana ainda não se manifestou oficialmente sobre as sanções decretadas pelo governo à empresa chinesa. As medidas poderão ter um forte impacto no negócio de computadores da Huawei, já que todos utilizam o sistema operativo Windows.
Depois da Huawei e ZTE como principais visadas do bloqueio tecnológico dos Estados Unidos, há uma lista de empresas especialistas em vigilância que podem ser proibidas de operar em território norte-americano.
O bloqueio que foi imposto às empresas chinesas e que tem impacto mais relevante sobre a Huawei tem agora uma pausa de três meses, curiosamente o mesmo tempo que a fabricante tinha previsto para resolver a situação.
No rescaldo da decisão de Donald Trump em banir os equipamentos da Huawei, ainda se fazem sentir os efeitos colaterais nas relações com as restantes tecnológicas.
O movimento já era esperado mas uma ordem executiva hoje assinada confirma que o presidente dos Estados Unidos não quer equipamentos desenvolvidos por empresas estrangeiras nas telecom. Não são referidos países nem marcas, mas este é mais um passo na guerra contra a China.
Depois do governo ter sido proibido de utilizar equipamentos da marca chinesa, a medida pode estender-se a todas as empresas americanas de telecomunicações.
A IDC apresentou o relatório referente ao primeiro trimestre de 2019, onde se pode verificar uma subida da marca chinesa superior a 50% face ao período homólogo. No sentido inverso, a Apple registou uma queda de mais de 30%.