A alternativa ao Android deverá ser apresentada na China, esta sexta-feira, na Huawei's Developer Conference. O HongMeng deve surgir pela primeira vez num smartphone no final do ano.
A americana Qualcomm é uma das principais parceiras neste segmento, mas as tensões comerciais com os EUA estão a obrigar a empresa a encontrar soluções internas.
O mercado de consumo ja ultrapassou as outras áreas de nagócio da Huawei e vale agora 55% da faturação, mas o impacto das sanções nos EUA pode abanar os resultados da empresa, que ainda não tem garantias de poder continuar a usar o Android.
A meio de um dos maiores desafios de sempre para a empresa, um dos CEO da Huawei vem a Portugal e é um dos oradores da conferência que decorre de 4 a 7 de novembro em Lisboa.
O smartphone já está à venda no Reino Unido, Itália e Espanha e a Huawei poderá lançar o esta versão com suporte a redes 5G mesmo antes dos operadores terem redes em modo comercial.
O centro vai abrir já em setembro e trabalhar na optimização de redes 4G e 5G para operações na Europa. A Huawei está a contrar engenheiros em Portugal e uma parte das 30 novas contratações previstas para 2019 será para este centro.
A notícia foi avançada hoje pela Reuters, que alega ter como fonte um alto funcionário dos Estados Unidos. No entanto, a agência não especifíca de que forma vai ser realizado o procedimento.
O investimento na inovação e desenvolvimento e a colaboração aberta são duas das armas que a marca chinesa quer continuar a usar face à crise aberta pela administração Trump. Walter Ji garantiu ao SAPO TEK que perante os desafios a Huawei está a “trabalhar com calma”.
Depois da declaração de Trump na cimeira do G20 faltava a concretização da forma como as sanções à Huawei seriam geridas. Ontem o secretário do Comércio explicou o modelo.
Uma equipa de investigadores diz ter descoberto, através da análise de currículos, mais de 100 trabalhadores atuais ou antigos da empresa com passado ligado à segurança nacional da China.
É na Gran Via, em plena cidade de Madrid, que a Huawei tem agora uma das maiores lojas da marca no mundo. Já está planeada a abertura de outros espaços em Barcelona e Paris este ano, e Portugal também está no mapa.
À medida que os operadores vão lançando o serviço comercial de 5G a Huawei está a começar a comercializar o seu primeiro smartphone com a tecnologia. Walter Ji explicou que o preço foi pensado para estimular o mercado e que a rentabilidade e a margem não são sempre a maior prioridade.
Dentro das negociações com o presidente chinês Xi Jinping, Donald Trump garantiu hoje numa conferência no encontro G20 que as empresas americanas podem retomar negócios com a Huawei. Mas a empresa não saiu da lista negra.
Além de ter conseguido superar, em mais de dois meses, o recorde de vendas da série P20, o telemóvel topo de gama da Huawei foi ainda distinguido com o prémio de melhor smartphone do ano dos European Hardware Awards.
Depois de uma primeira reação de desconfiança e adiamento da compra dos consumidores, a Huawei garante que o impacto do bloqueio nos EUA é diminuto em Portugal e que no primeiro semestre vai crescer 25%.
Há dois anos que um equipamento de telecomunicações se encontra no “limbo”, à espera de autorização para exportação para a China, após ter sido apreendido.
Os dispositivos Nova 5 Pro, Nova 5 e Nova 5i vão estar disponíveis na China a partir do dia 28 de junho, mas não se sabe ainda se os novos smartphones vão ser lançados no mercado internacional.
What makes it tick? é um novo site de divulgação de ciência ontem apresentado pela Huawei Europe. Os cartoons ajudam a perceber como as coisas funcionam e como são feitas as descobertas científicas.
Pressionada pelos Estados Unidos que colocaram a empresa na lista negra e promovem o boicote à tecnologia de rede, a Huawei defendeu hoje a sua posição na área da cibersegurança numa conferência que antecipa o conselho europeu da próxima semana e a reunião do G20 em Osaka.