Tal como uma avalanche começa com o movimento de uma pequena quantidade de neve, uma erupção solar é desencadeada por disrupções inicialmente fracas, mas rapidamente se tornam mais violentas, revela uma nova descoberta feita através das observações da Solar Orbiter.
Esta segunda-feira, algumas zonas de Portugal foram surpreendidas por auroras boreais, num fenómeno que pode também ser visto na Europa, incluindo em países como Reino Unido, Alemanha, Suíça, ou Ucrânia.
Um novo estudo revela que durante a supertempestade solar de maio de 2024, aviões sobre a Europa foram mostrados nos radares a centenas de quilómetros das suas posições reais devido a interferências no GPS.
Fundada em 2022, a Overview Energy passou os últimos anos a desenvolver a sua tecnologia e apresenta agora um plano ambicioso. O objetivo passa por usar satélites capazes de captar luz solar em órbita, transmitindo-a depois para redes de painéis solares na Terra.
Depois de dar destaque a algumas das visões mais “fantasmagóricas” do cosmos em outubro, o projeto Astronomy Picture of the Day (APOD) reune as paisagens espaciais que marcaram o mês de novembro com destaque para nebulosas, auroras boreais, cometas e uma superlua.
Erupções massivas e tempestades geomagnéticas fazem parte dos eventos registados pelos instrumentos da NASA no mês de novembro, com impacto direto na Terra em perturbações das comunicações e auroras boreais.
Através de observações feitas por observatórios espaciais e satélites da NASA e ESA, uma equipa de investigadores descobriu novas pistas sobre o comportamento do cometa 3I/ATLAS à medida que fazia uma passagem perto do Sol.
Através da Solar Orbiter, uma equipa de investigadores conseguiu identificar a origem de duas categorias diferentes de eletrões energéticos emitidos pelo Sol. Como realça a ESA, a descoberta é particularmente importante para a compreensão do clima espacial e para a previsão de fenómenos perigosos.
Já partiu e está operacional a missão TRACERS, com dois satélites gémeos que nos próximos 12 meses vão fazer mais de 3 mil medições do campo magnético da Terra para estudar o impacto do Sol e do clima espacial.
Em 2024, a Parker Solar Probe "tocou" o Sol e bateu recordes de velocidade, captando imagens da atmosfera solar pelo caminho. As imagens, agora reveladas pela NASA, estão a ajudar os cientistas a compreender a influência do astro-rei no sistema solar.
O novo cabo submarino da Google chama-se Sol e vai ligar os Estados Unidos, Bermudas, Açores e Espanha, pretendendo completar o Nuvem para maior resiliência transatlântica.
Uma equipa de cientistas, liderada por investigadores do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço, conseguiu novas medições magnéticas de uma das estrelas mais brilhantes no céu austral, que revelou uma travagem magnética inesperadamente intensa.
A missão da ESA e da NASA conseguiu gravar imagens do polo sul do Sol numa nova passagem próxima da estrela central do nosso sistema solar. Os cientistas explicam que os dados ajudam a perceber melhor o campo magnético e as tempestades solares.
Um ano depois da tempestade solar Gannon, uma das mais intensas das últimas décadas, as “lições” tiradas continuam a ajudar a NASA na preparação para futuros fenómenos do mesmo género.
A Proba-3 da Agência Espacial Europeia (ESA) foi lançada para o Espaço no ano passado. A missão, composta por um sistema de dois satélites que poderão ser posicionados no espaço para produzir eclipses solares artificiais, alcança agora um novo marco.
A análise de dados recolhidos pela missão Gaia permitiu aos astrónomos identificar uma "família" de jovens estrelas que está em processo de dispersão acelerada.
Chama-se WeatherBug e é uma das aplicações mais antigas de previsão de meteorologia para telemóveis, ajudando a antecipar se há sol ou chuva nos próximos dias.
Com as previsões meteorológicas a indicar céu limpo na maior parte de Portugal, as condições para ver o eclipse parecem estar alinhadas. Locais elevados são ideais para aproveitar ao máximo a experiência, mas não arrisque olhar diretamente para o Sol.
Os eventos celestes sucedem-se e, depois de um eclipse que teve a Lua no papel principal, agora é a vez do Sol ser o protagonista, numa “dentadinha” especial.
Do Big Bang ao vento solar, as missões SPHEREx e PUNCH da NASA prometem desvendar mais mistérios cósmicos e contribuir para transformar o entendimento científico atual sobre o Espaço e a vida.
Pequenos jatos solares, vistos em regiões escuras do Sol, são responsáveis por lançar partículas que formam o vento solar, tanto rápido como lento. A descoberta ajuda a desvendar segredos sobre o funcionamento do astro-rei.
Amarelo, azul e som de fogo de artifício? A ESA partilhou um vídeo onde condensa imagens captadas pela missão Solar Orbiter em três anos, numa altura que se aproxima um pico de 11 anos do ciclo solar.