O empresário Elon Musk enviou nova carta ao Twitter invocando acusações do antigo chefe de segurança da empresa, Peiter Zatko, para justificar com mais argumentos o abandono da compra da rede social, anunciado em julho.
O Twitter vai notificar os utilizadores cujas contas foram afetadas. No entanto, a rede social admite que ainda não conseguiu verificar se todas as contas em questão foram impactadas, em particular, aquelas em que são utilizados pseudónimos.
O Twitter convocou os seus acionistas para participarem numa reunião extraordinária no dia 13 de setembro via videoconferência para aprovarem, ou não, a eventual compra nos termos acordados em abril passado.
A rede social diz que os gastos relacionados com a aquisição pendente de Elon Musk se refletiram no relatório de contas do segundo trimestre apresentado recentemente.
O Twitter teve um prejuízo de 270 milhões de dólares (264,7 milhões de euros) no segundo trimestre, mas conseguiu lucros de 243,3 milhões de dólares no primeiro semestre, mais 82% face ao mesmo período de 2021.
O empresário Elon Musk perdeu a batalha para adiar o processo que o Twitter lhe colocou, já que um juiz de Delaware marcou hoje o julgamento para outubro, justificando com a "nuvem de incerteza" em torno da rede social.
Desistir de um negócio não é tão fácil quanto estalar os dedos e, em resposta à decisão de Elon Musk, o Twitter vai levar o caso à Justiça. No entanto, existem vários cenários futuros a considerar: de acordos fora de tribunal a um processo de mil milhões de dólares contra o CEO da Tesla e SpaceX.
Foi aberto um inquérito depois de terem sido violadas as contas do Exército britânico na rede social Twitter e na plataforma de vídeos YouTube, anunciou o Ministério da Defesa.
Segundo um cálculo feito com um modelo matemático da Global Data, estima-se que a percentagem de spam é maior que aquela que foi divulgada pelo Twitter.
O empresário Elon Musk afirmou num documento divulgado hoje que o Twitter "resiste ativamente" aos seus pedidos de informação sobre falsas contas e ameaça retirar a sua oferta de compra da rede social.
Estima-se que a utilização de números de telefone e emails para fins de publicidade direcionada por parte do Twitter tenha afetado mais de 140 milhões de utilizadores. A empresa concordou em pagar uma multa de 150 milhões de dólares e em melhorar as suas práticas, estabelecendo um novo programa de s
Elon Musk pretende pagar mais de metade dos 44 mil milhões de dólares que oferece pela compra do Twitter com capitais próprios e está a negociar a participação do fundador da rede social na transação.
O multimilionário quer contas certas, antes de avançar com a operação. Em causa está o número de contas falsas ou duplicadas no Twitter. Elon Musk quer saber exatamente quantas são. Estimativas não chegam.
Em Data Dash os jogadores terão de navegar pela PrivaCidade, acompanhados pelo seu cão, chamado Dado, à medida que evitam obstáculos, como anúncios e trolls, e ficando a conhecer mais sobre as políticas de privacidade do Twitter.
O milionário norte-americano disse hoje que reverteria a proibição permanente no Twitter do antigo Presidente Donald Trump. Elon Musk está prestes a concretizar a compra daquela rede social, pela qual ofereceu cerca de 41 mil milhões de euros.
Chama-se Circle a ainda está em testes num pequeno grupo de utilizadores, a funcionalidade que permite limitar o número de pessoas que veem as publicações de cada perfil. Em breve o Twitter pode ter mais novidades, como uma versão paga para contas comerciais.
Perante um erro numa funcionalidade lançada em 2019, o Twitter reviu os cálculos realizados ao longo dos últimos três anos, apresentando uma versão atualizada do seu número de utilizadores.
A internet "não perdoa" Elon Musk pela compra do Twitter e inunda a rede social com memes repletas de humor. Até o magnata brinca com o negócio e lança as suas piadas.
Os dados roubados a gigantes tecnológicas eram usados por cibercriminosos para hackear as contas dos utilizadores ou para levar a cabo esquemas de engenharia social, tudo com o objetivo de pressionar as vítimas a criar e partilhar conteúdos sexualmente explícitos.