Quentyn Taylor escreve sobre a escalada do cibercrime e a forma como as empresas e os líderes de TI devem preparar-se, à luz também da regulação NIS2 e DORA.
Ivo Bernardo diz que, para empresas e organizações que procuram desbloquear o potencial dos seus dados, otimizar processos e criar estratégias baseadas em IA, a chegada de modelos como o DeepSeek R1 é uma oportunidade sem precedentes.
Durante séculos, o ensino foi estruturado em torno da transmissão de respostas mas Miguel Oliveira defende que num mundo onde a IA pode processar volumes massivos de informação de forma muito rápida, criatividade e o pensamento crítico tornam-se os verdadeiros diferenciadores.
Paulo Calçada escreve sobre a evolução da Microsoft e a sua capacidade de adaptação, destacando o papel que está a ter na revolução da Inteligência Artificial, num momento em que acredita podermos estar a caminho de uma IA mais realista e sustentável.
Rafael Ferreira defende que um sistema interoperável é a base para uma mobilidade elétrica inclusiva e escalável, explicando neste artigo esperar que, num futuro breve, carregar um veículo elétrico será tão simples como ter saldo numa carteira digital.
A acessibilidade digital é mais do que uma obrigação legal: é uma oportunidade estratégica para todas as empresas, defende André Mira neste artigo de opinião, onde aborda também como as organizações se podem preparar para alavancar negócios com inclusão.
Perante o potencial disruptivo da Inteligência Artificial, é vital que as empresas analisem os seus benefícios também na perspetiva do bem-estar dos trabalhadores, defende Tiago Santos, em particular no que diz respeito à proteção da saúde mental.
José Pedro Fernandes explica que adotar as soluções WFM certas não é tarefa fácil e que escolher corretamente pode significar a diferença entre manter a tranquilidade para os envolvidos ou enfrentar danos reputacionais e sanções legais
Henrique Jorge mergulha nas implicações da nova era, onde a Inteligência Artificial (IA) emerge como um actor central e o inevitável conflito que se espera entre o natural e o artificial.
As redes privadas 5G proporcionam um nível superior de segurança e privacidade mas a implementação não está isenta de desafios, defende Nelson Pereira.
O CEIIA é já há algum tempo o motor de um cluster estratégico centrado na área das indústrias da mobilidade que nos últimos anos permitiu o desenvolvimento, na base da inovação e criatividade, de competências, talentos e novas oportunidades, defende Francisco Jaime Quesado.
Ao deixar de ser apenas uma ferramenta de automação para se tornar num ativo estratégico, a IA irá continuar a transformar as tomadas de decisão, as práticas de sustentabilidade e a cibersegurança, escreve José Oliveira.
Caio Soares lembra que é crucial garantir que todos podem aceder a websites e sistemas de forma igual, independentemente de quaisquer inabilidades, sejam elas visuais, auditivas, motoras ou cognitivas.
As coimas do RGPD mostram um padrão claro: os principais alvos continuam a ser as empresas de redes sociais e as Big Techs. Contudo, outros setores começam a sentir cada vez mais o impacto da aplicação do regulamento, destacam Vanessa Patrocínio e Teresa Rebelo.
No Dia da Internet Mais Segura, Hugo Miranda e José Legatheaux Martins escrevem sobre os riscos que existem online e a forma como podem ser enfrentados, destacando a importância dos utilizadores recorrerem à intuição e avaliação das situações para se protegerem.
Rafael Ascenso escreve neste artigo sobre a evolução da casa inteligente e a forma como estamos a redefinir não só o setor imobiliário, mas o próprio conceito de habitar.
Lucília Queirós defende que o investimento e o esforço no desenvolvimento de iniciativas e programas de formação, para integrar e assegurar uma melhor preparação às pessoas com deficiência, deve ser constante.
A importância da qualidade dos dados é destaca por Rostyslav Fedynyshyn que alinha quatro passos através dos quais as organizações podem melhorar a qualidade e ultrapassar os obstáculos mais comuns.
Embora a tecnologia seja uma ferramenta poderosa e imprescindível, a inovação em micro e pequenas empresas não deve estar dependente da mesma, defende Margarida Xavier de Basto.
Luís Gregório avisa que se não construirmos corretamente os alicerces, será difícil readaptar o que se está a construir para cumprir os valores essenciais de explicabilidade, ética, transparência e confiança que todos devemos exigir da IA.
As empresas que integram eficazmente estas tecnologias conseguem alcançar os seus objetivos de sustentabilidade, mantendo simultaneamente uma vantagem competitiva no mercado ao oferecer produtos ecológicos e de elevada qualidade, defendem Marco Opazo Basáez e Juan Carlos Monroy-Osorio.