O Governo português aprovou o licenciamento de testes com veículos autónomos em via pública, uma medida integrada no plano Mobilidade 2.0 aprovado em Conselho de Ministros. Serão assim criadas “zonas de teste” para permitir ensaios em contexto urbano real.
A parceria de longa data entre a Bosch e a Universidade do Minho continua a dar frutos, com dois programas, nas áreas da condução conectada e da digitalização na indústria, que resultaram no desenvolvimento de 29 novos projetos.
Dados de telemetria da Tesla revelam que veículos com tecnologia “Full Self-Driving” percorreram 4,92 milhões de milhas sem acidentes no espaço de um ano, sete vezes mais que a média nacional americana.
A Opel mantém a tradição de inovar nas tecnologias utilizadas para os sistemas de iluminação dos seus veículos, tendo revelado agora um sistema que comunica com outros utentes da estrada, e que está já disponível em vários modelos da marca.
A Tesla e a Samsung fecharam um acordo de 16,5 mil milhões de dólares que prevê a produção de chips por parte da gigante sul-coreana para os automóveis da empresa de Elon Musk.
Os testes já estavam na estrada e a data prevista para o lançamento já foi ultrapassada, mas parece que agora a estreia do robotáxi vai mesmo acontecer. Há até quem já tenha conseguido “apanhá-lo” nas ruas da cidade. Veja o vídeo.
O sistema de condução “autonóma” Full Self-Driving da Tesla já começou a ser testado em Paris, enquanto aguarda a aprovação dos reguladores para ser ativado nos clientes.
A nova plataforma de inteligência artificial Nvidia Cosmos pretende acelerar o desenvolvimento de sistemas de IA física, usada em automóveis autónomos e robots.
Cerca de 2,4 milhões de automóveis da Tesla construídos entre 2016 e 2014 estão a ser investigados devido ao sistema “Full Self-Driving”, na sequência de quatro acidentes ligados à tecnologia.
Quem tem carro com sistemas de condução autónoma aproveita muitas vezes o tempo ao volante para verificar o telemóvel ou para comer. Dois estudos do IIHS explicam que o comportamento desadequado tem tendência para aumentar com a prática e confiança.
Chama-se Full Self-Driving o software que a Tesla conta poder desbloquear na Europa já no início do ano. Mesmo não sendo o que parece, vai trazer mais autonomia à condução de quem guia um elétrico da companhia de Elon Musk.
A promessa é da empresa detida pela Alphabet. A sua sexta geração de táxis autónomos reduz para metade o número de câmaras e também corta nos LiDARs mas consegue adaptar-se melhor a diferentes condições de condução. As mudanças estendem-se aos veículos, que também mudam.
A WeRide vai poder estender os testes de condução autónoma a viagens com passageiros nos EUA. A licença foi garantida numa altura polémica. A empresa e outras da mesma área podem vir a enfrentar sanções em breve.
Existe uma escala com seis níveis de autonomia aplicáveis aos automóveis criada pela SAE, entre aqueles que têm funcionalidades básicas que ajudam a condução aos veículos que dispensam volantes e pedais, estando preparados para circular sem a presença de condutor.
O sistema Full Self-Driving da Tesla garantiu o transporte do dono do carro até a um hospital numa situação de emergência. Utilização ainda não recebeu aprovação das autoridades.
Terá começado como uma ideia de Steve Jobs, mas o desenvolvimento de um Apple Car só ganhou mais força em 2014. 10 anos depois, e entre muitas mudanças e desafios, as ambições caíram por terra.
O objetivo do projeto europeu BERTHA é desenvolver um “modelo comportamental do condutor” que pode ser usado em veículos autónomos para os tornar mais seguros e com um funcionamento mais parecido com a condução humana.
O sistema de condução assistida dos Tesla continua a dar dores de cabeça à marca. Nos EUA, o culminar de uma investigação de 2 anos é a recolha de mais 2 milhões de veículos, que vão receber melhorias no Autopilot, para ajudar os condutores a distraírem-se menos quando o usam.
Um estudo que analisa dados de experiências de condução autónoma desde 2015 faz o paralelo em vários indicadores, entre a resposta de sistemas de condução autónomos e não autónomos, e mostra que ainda não chegou a hora dos humanos saírem completamente do volante, mas vai chegar.
O serviço Waymo One, de transporte de passageiros sem motorista, duplicou a sua cobertura em Phoenix, continuando a sua expansão em São Francisco. Os principais clientes são os estudantes universitários e jogadores de golfe.
Na CES 2023, a Bosch aproveitou também para dar a conhecer os resultados do seu mais recente estudo Tech Compass, que demonstra que os consumidores se preocupam cada vez mais com a sustentabilidade ambiental.
Depois de São Francisco, os testes com os veículos autónomos expandem-se para mais duas cidades antes do final do ano. Para já apenas familiares dos funcionários da Cruise podem utilizar o serviço, mas o público em geral já pode registar-se para experimentar no futuro.