A Google quer autorização da justiça para congelar a implementação das medidas definidas pelo tribunal que a condenou por práticas monopolistas no mercado de pesquisas.
Até que ponto os algoritmos podem (ou devem) apoiar decisões judiciais em matéria laboral? A questão dá o mote para a mais recente edição da rubrica Mercados Justos do Século XXI, desenvolvida em parceria com o whatnext.law.
A Character.AI e a Google fazem “mea culpa” e vão indemnizar as famílias de jovens que se suicidaram ou automutilaram depois de longas conversas com os seus chatbots de IA
O estado do Texas avançou com ações judiciais contra as maiores fabricantes de televisores, alegando que os equipamentos recolhem dados privados sem consentimento claro dos utilizadores.
A Meta livrou-se da possibilidade de ter de vender uma ou duas das suas redes sociais. Era acusada de ter construído um monopólio com a compra do WhatsApp e do Instagram. A justiça norte-americana não concordou.
A Google diz que está pronta para implementar medidas que vão corrigir as falhas que motivaram a multa milionária aplicada pela Comissão Europeia em setembro: 2,95 mil milhões de euros. Será que chegam para evitar a venda de parte do negócio?
A Roblox vai enfrentar mais um processo nos Estados Unidos, desta vez no Texas. A empresa é acusada de dar prioridade aos lucros e pelo caminho não fazer o suficiente para proteger crianças de predadores.
A Epic já considerou o acordo “fantástico” mas ainda falta aprovação judicial. Se avançar, resolve uma disputa que começou em 2020, e que a Google já perdeu em tribunal, por causa das regras do Google Play para programadores.
A visada por mais um processo é desta vez a Perplexity, que já tem outros casos em tribunal pelo uso não autorizado de conteúdos protegidos nos seus modelos de inteligência artificial.
A ação é intentada pela associação Ius Omnibus que pretende representar todos os portugueses com mais de 13 anos que se considerem lesados pelas práticas de recolha e tratamento de dados da Google e foi admitida pelo tribunal judicial de Lisboa.
Os pais de um jovem de 16 anos que se suicidou em abril, acreditam que as informações e conselhos do ChatGPT sobre automutilação durante meses foram cruciais para a morte do filho e levaram o caso à justiça.
Um juiz federal nos EUA decidiu que é legal comprar livros físicos e digitalizá-los para treinar modelos de IA, sem consentimento dos autores. É uma vitória inédita para a Anthropic que se livra deste processo e segue para o próximo, porque também recorre a livros pirateados.
A rede social X, controlada pelo bilionário Elon Musk, processou judicialmente o estado norte-americano de Nova Iorque para contestar uma lei que exige a divulgação de medidas contra discurso de ódio, extremismo e desinformação.
As alegações finais estão feitas e muito em breve serão conhecidas as medidas que vão penalizar a Google pela posição monopolista no mercado das pesquisas online. Como todos os cenários são maus, a empresa já avisou que vai recorrer.
A Apple ainda espera a decisão de um recurso para reverter a decisão que a obriga a aceitar apps como o Fortnite, como contornam os princípios originais da loja, na App Store nos Estados Unidos mas foi obrigada a cumprir decisões anteriores e, para já, a vitória é da Epic Games.
Os remédios propostos pelo Departamento da Justiça dos Estados Unidos à Google passam por obrigar a tecnológica a vender partes do negócio dos anúncios.
A OpenAI assumiu no julgamento da Google que terá interesse em comprar o Chrome se ele for posto à venda, uma decisão que a Google não gostaria de tomar mas à qual pode ser forçada.
Cristina Balan já foi uma das engenheiras de referência da Tesla. Foi demitida em 2014 e prossegue uma batalha judicial contra a companhia que só quer ver terminada com Elon Musk em frente a um júri a pedir desculpa.
Acusada de levar a cabo uma estratégia de aquisições com o objetivo de criar um monopólio, a Meta enfrenta o processo judicial mais sério da sua história nos Estados Unidos, que pode terminar com a venda de parte do grupo fundado por Mark Zuckerberg.
O fundador da Nate vai a julgamento acusado de fraude. Os investidores colocaram na empresa 88 milhões de dólares, para desenvolver uma plataforma de inteligência artificial que não existia.
As taxas referem-se aos custos de aplicação do Regulamento dos Serviços Digitais. Somam 58 milhões de euros, pagos pelas mesmas empresas que a Comissão Europeia mantém sob escrutínio mais aperto. Três não concordam e já recorreram à justiça.
Ainda à procura de uma estratégia eficaz para recuperar a posição de outros tempos na indústria dos processadores, a Intel teve uma vitória importante esta semana. Não segue para julgamento o processo movido por acionistas acusando a gestão de Pat Gelsinger de fraude.
Uma dúzia de ONGs de defesa dos direitos digitais querem que as plataformas de entrega de comida tornem públicos os algoritmos que avaliam a atividade dos entregadores para que qualquer interessado possa testá-los e perceber como funcionam.
O pagamento de impostos no país é o mote para o processo que cai por terra com um acordo entre as autoridades italianas e a Google. A empresa aceitou pagar 326 milhões de euros.