As fronteiras entre Ciência, Tecnologia e Arte, o físico e o virtual, a medicina e a saúde, foram desafiadas na exposição Metamersion e algumas obras ainda podem ser vistas online.
A empresa está a criar provas de conceito internamente com os seus colaboradores para apresentar depois aos seus clientes. A Teleperformance afirma que já obteve uma redução do absenteísmo dos colaboradores e maiores taxas de motivação.
A automatização e a robótica são áreas associadas ao metaverso. No evento Teleperformance PXP abordou-se o tema e a forma como estes conceitos já fazem parte das nossas vidas.
Num painel de discussão sobre o metaverso, chegou-se à conclusão que este mundo digital já se encontra entre nós e que vai sendo adotado com maior naturalidade. Mas ainda há muito caminho pela frente, seja a nível tecnológico, como na abertura de mentalidades.
Mark Zuckerberg já informou os acionistas que a criação do seu metaverso vai necessitar de um enorme investimento e alguns dos seus produtos planeados não deverão estar prontos nos próximos 15 anos.
A nova plataforma desenvolvida pela Meta, chamada MyoSuite, permite criar simulações musculoesqueléticas avançadas, algo que a empresa acredita ser a chave para dar um aspeto mais realista aos avatares do seu metaverso.
Empresa cria Arena de Esports em Lisboa, o desenvolvimento de um laboratório de realidade virtual, metaverse e a sua primeira convenção dedicada ao tema.
A reunião anual em Davos vai também aproveitar o poder do metaverso para aumentar e diversificar a participação nos debates. A aldeia virtual de colaboração está a ser desenvolvida pela Microsoft e a Accenture mas há uma iniciativa mais alargada que envolve 60 empresas tecnológicas.
O conceito tornou-se recorrente no mundo da tecnologia mas ainda há noções muito diferentes do que é e como aplicá-lo. No Congresso da APDC o Metaverso foi apresentado, explorado e debatido, trazendo para a realidade o potencial e os riscos.
A realidade virtual e aumentada, a comunicação de vídeo e, claro, o Metaverso, vão ser conceitos em destaque num espaço onde a experimentação será o mais importante, mas onde também será possível fazer compras.
A casa-mãe do Facebook abriu o programa de teste para o sistema de venda de itens virtuais do seu metaverso Horizon Worlds para os Estados Unidos e Canadá.
A startup portuguesa Didimo revelou novas funcionalidades dos seus “humanos digitais”. Os utilizadores podem criar a sua representação no metaverso em poucos segundos, a partir de uma fotografia selfie.
O grupo de comunicação Havas Group vai entrar no espaço virtual, abrindo novas oportunidades para os seus clientes no metaverso, incluindo a criação de conferências virtuais e experiências mais imersivas.
Na análise do estudo das 10 tendências tecnológicas, que foi elaborado pela Unidade Deep Digital Business da LLYC, a Nova SBE só não identificou empresas portuguesas entre os frontrunners nos novos modelos de cookies.
O SAPO TEK deu um “salto” à Decentraland e, entre avatares, luzes, dança, um bar e comida virtual e até um avatar de Thierry Henry a demonstrar os seus dotes futebolísticos, fomos descobrir mais sobre a Heineken Silver e sobre a entrada da marca holandesa no metaverso.
O clube inglês Manchester City assinou um acordo com a Sony para a construção de um estádio virtual, para que os fãs que não se possam deslocar ao Etihad Stadium para assistir aos jogos, o possam fazer em ambiente de metaverso.
Mesmo com menos visitantes e menos expositores, há muito para descobrir no MWC22. O SAPO TEK já foi servido por um robot barman, deu a mão a um CyberDog e ficou tentado a experimentar o 4D Metaverse.