De acordo com a NASA, escudos insufláveis como aquele que pôs à prova podem ser útil em viagens espaciais mais prolongadas uma vez que tem um design flexível, permitindo ocupar menos espaço no interior de um foguetão.
A sonda Mars Express, encarregue de transmitir para a Terra os dados obtidos pelos rovers em Marte, já está em órbita há 19 anos e continua a bater recordes de transmissão.
Depois de sucessivos adiamentos, na próxima data prevista, o dia 14 de novembro, a NASA optou por uma abordagem diferente, acreditando estarem reunidas as condições para um lançamento noturno, utilizando um sistema de câmaras de infravermelhos.
“Abrandar as emissões de metano é fundamental para mitigar os efeitos do aquecimento global”, afirma Bill Nelson, administrador da NASA, destacando as descobertas realizadas através da missão EMIT.
A “boleia” que vai levar os astronautas da NASA de volta à Lua está quase pronta para mais um passo crítico no processo de testes que terá de cumprir com sucesso, para dar seguimento à missão Artemis.
O local escolhido, que toma o nome “Three Forks”, encontra-se perto da base da Cratera de Jezero. Espera-se que o Perseverance coloque o conjunto de tubos com amostras da superfície do Planeta Vermelho no local indicado já no próximo mês.
O projeto é da NASA e desafia os mais observadores a captar um fenómeno que ainda é pouco conhecido de tempestades elétricas na alta atmosfera. A ideia é fotografar e partilhar os eventos e as fotografias conseguem ser espetaculares.
A coleção, criada por artistas em colaboração entre cientistas do Exoplanet Exploration Program Office da NASA, passa agora a contar com três novos posters espaciais, inspirados nos clássicos filmes do mundo da ficção científica e horror.
As imagens foram captadas numa recente aproximação da sonda Lucy ao nosso planeta: uma operação necessária para ganhar impulso gravitacional suficiente para continuar a sua viagem de 12 anos. No ponto máximo da aproximação, a sonda esteve a uma distância de 350 quilómetros da superfície da Terra.
A agência espacial vai realizar um estudo para mostrar como os dados podem ser utilizados para investigar ocorrências de objetos voadores não identificados.
Os dados recolhidos por satélites da NASA, trabalhados com inteligência artificial, estão a ser usados para estudar a poluição provocada pelo comércio marítimo. Já permitiram validar o impacto positivo de uma medida que limita o teor de enxofre no combustível das embarcações.
Inicialmente, a NASA tinha definido como indicador de sucesso uma redução de 73 segundos ou mais na órbita do asteroide Dimorphos. Ao todo, o impacto com a sonda DART permitiu uma redução de 32 minutos, superando as expetativas dos especialistas.
O projeto do balão robótico vai aproveitar os ventos venusianos para navegar. A Jet Propulsion Laboratory já realizou dois testes bem-sucedidos no deserto de Black Rock em Nevada.
Em Our Solar System poderá explorar uma variedade de modelos 3D espaciais e descobrir mais sobre os fenómenos que intrigam a comunidade científica e sobre as missões levadas a cabo pela agência espacial norte-americana.
A Crew-5 foi recebida com entusiasmo pelos astronautas da Expedição 68. A tripulação vai passar os próximos seis meses na Estação Espacial Internacional, onde vão realizar mais de 200 experiências científicas a bordo da ISS, estando também planeadas demonstrações tecnológicas.
Na imagem captada pelo telescópio SOAR (Southern Astrophysical Research), no Chile, é possível observar uma “cauda” de poeira no asteroide Dimorphos, que se estende por 10.000 quilómetros desde o local de impacto com a sonda DART da NASA.
A NASA vai tentar fazer o voo de teste do foguetão Space Launch System (SLS), até à lua, em novembro, anunciou a agência espacial norte-americana, sem precisar uma data para o lançamento no âmbito da missão Artemis I.
Um acordo entre a NASA e a SpaceX serve de teste e experiência para compreender o potencial dos serviços comerciais associados à manutenção de aparelhos espaciais. A empresa de Elon Musk vai tentar aproximar-se, ancorar e mover o telescópio para uma órbita mais estável.
Na transmissão do embate com Dimorphos foram mostradas as imagens registadas pela sonda, quase em tempo real, à medida que esta se aproximava do seu alvo. Atrás seguia o LICIACube que também "assistiu" a tudo.
Era uma missão suicida desde o início. A sonda DART foi construída para ser destruída na missão da NASA que testa a capacidade de alterar a rota de um asteroide no espaço, e o impacto foi um sucesso. Falta perceber se teve o efeito desejado.