Depois de diversos adiamentos, os mais recentes testes renovaram a confiança da empresa em começar os primeiros testes tripulados no início do próximo ano.
Análises feitas pelo robô norte-americano Perseverance a amostras de rochas vulcânicas que recolheu em Marte, onde pousou em 2021, indicam que foram alteradas por água líquida, segundo estudos hoje publicados.
O James Webb pôs em prática as suas capacidades espectroscópicas para identificar, pela primeira vez de forma inequívoca, a presença de dióxido de carbono na atmosfera de um planeta fora do Sistema Solar.
O Ingenuity voltou esta semana a voar para que a equipa da NASA pudesse verificar os sinais vitais do pequeno helicóptero que já superou largamente as expectativas dos seus criadores.
A agência espacial norte americana quer multiplicar a capacidade de processamento atual em cerca de 100 vezes e selecionou a Microchip Technology para desenvolver um novo modelo de processamento.
Foi a bateria do fato espacial do cosmonauta Oleg Artemyev que fez com que os trabalhos de instalação na Estação Espacial Internacional fossem interrompidos. O alerta ainda gerou preocupação mas a situação foi resolvida.
O foguetão que vai garantir o regresso de astronautas à Lua, o SLS, chegou hoje à plataforma de lançamento para o primeiro voo de teste, sem tripulação, agendado para 29 de agosto.
Em desenvolvimento há duas décadas, o robô está equipado com dois braços instrumentais que podem ser controlados à distância, para realizar cirurgias minimamente invasivas e outros procedimentos.
Na data em que a marca dinamarquesa assinala 90 anos de história recordamos como os famosos conjuntos de peças têm encorajado miúdos e graúdos a usarem o poder da imaginação e até a ganharem o gosto pelas áreas da tecnologia e ciência.
Ao todo, o Perseverance já recolheu 13 das 38 amostras previstas, incluindo uma da atmosfera do Planeta Vermelho. Se tudo correr como planeado, espera-se que as amostras cheguem à Terra em 2033.
Além de preparar o foguetão Space Launch System e a cápsula Orion para o lançamento da missão lunar Artemis I, a NASA está a organizar um kit de voo oficial repleto de itens que vão dar uma volta à Lua, incluindo recordações importantes de missões anteriores.
A menos de um mês do lançamento da Artemis I, a NASA dá a conhecer de que forma é que decorrem os preparativos finais, na primeira de duas conferências dedicadas à temática. O segundo briefing está marcado para o próximo dia 5 de agosto.
A próxima missão, que inclui ainda um astronauta japonês, tem data marcada para o final de setembro. A missão vai utilizar a Dragon Endurance, que está a ser restaurada depois da missão Crew-3.
Chamada EnVision, a missão envolve o lançamento de uma sonda em 2030 para investigar os mistérios de Vénus, nomeadamente como é que um planeta parecido com a Terra em termos de tamanho, composição e distância do Sol, e que até já teve um clima parecido, se transformou num “inferno”.
De acordo com a Roscosmos, os cosmonautas vão manter-se na ISS até que a futura estação espacial da Rússia, que tomará o nome ROSS, esteja operacional, o que poderá acontecer daqui a seis anos.
A equipa responsável pelo Mars Sample Return Program esteve a rever os planos para o envio amostras marcianas para a Terra, marcando as datas de lançamento do Earth Return Orbiter e do Sample Retrieval Lander para o Outono de 2027 e para o Verão de 2028.
Segundo a NASA, pela primeira vez, dois dos robots que compõem o sistema de "ajudantes" robóticos da Estação Espacial Internacional conseguiram operar de forma independente, trabalhando lado-a-lado com astronautas.
A NASA ainda não recebeu uma notificação "oficial" da vontade dos russos de deixarem a Estação Espacial Internacional (ISS na sigla em inglês) depois de 2024, informou hoje uma alta funcionária da agência espacial norte-americana.
A Rússia vai deixar de operar a Estação Espacial Internacional (EEI) "a partir de 2024", anunciou hoje o chefe da Agência Espacial Russa (Roscosmos), Yuri Borissov
Recolher dados que ajudem a descobrir os segredos do universo é o principal objetivo de James Webb, que apesar de estar há pouco tempo ao serviço, já mostrou que não vai “deixar créditos em mãos alheias” e pode ter encontrado a galáxia mais distante de sempre.
Depois de retratar galáxias, exoplanetas, mortes de estrelas, "danças" cósmicas e nebulosas num primeiro pacote de imagens, os atributos do supertelescópio James Webb ficam agora demonstrados com o gigante gasoso Júpiter.