A Agência Espacial Europeia criou um vídeo que permite explorar as várias áreas do planeta Marte e observar o poder transformador que a água terá tido na superfície.
Começou como um projeto de duas pessoas no centro de investigação da NASA mas nunca parou de questionar se existe vida fora do Planeta Terra. Esta semana assinalou o 40º aniversário.
Como surgiram as duas pequenas luas Fobos e Deimos de Marte? A destruição de um asteroide perto do planeta pode ser a resposta, segundo simulações realizadas com supercomputadores.
Um físico criou um método inovador para tentar provar a existência das cordas cósmicas. Poderiam ajudar a descobrir a teoria de tudo e, num futuro longínquo, até permitir viajar no tempo.
Astrónomos descobriram um buraco negro supermassivo numa galáxia anã, apenas 1,5 mil milhões de anos após o Big Bang. Este "guloso" desafia limites teóricos, revelando pistas intrigantes sobre a evolução da sua espécie.
A sonda Voyager 2 sobrevoou Urano em 1986 e os dados recolhidos contribuíram para o conhecimento científico daquele planeta. Agora sabe-se que o impacto pode ser menor do que esperado, porque esta missão decorreu durante um evento solar extremo.
A banda desenhada é um recurso educativo da NASA que convida o público a descobrir como a exploração espacial ajuda a entender as condições necessárias para a vida no cosmos.
Após o voo crucial sobre Vénus, a Parker Solar Probe seguirá para o seu destino final: a coroa solar. A aproximação mais próxima, conhecida como periélio, acontecerá a 24 de dezembro, numa fase em que a sonda perderá o contacto com a equipa em Terra devido às condições extremas.
A China pretende alcançar um asteroide a longa distância e comandar uma sonda para testar o impacto e defletir a sua trajetória, num exercício de teste de defesa do planeta.
Tal como planeado, a nave Dragon, da SpaceX, seguiu viagem esta madrugada e chega à ISS em breve. A bordo seguem várias experiências cientificas, uma delas liderada por um português.
Mesmo com alguns desafios, como a assinatura manual necessária e a falta de scanners “normais” a bordo, a NASA encontrou forma de os astronautas exercerem o seu direito de voto, nomeadamente nas eleições para presidente dos Estados Unidos.
Satélites, sondas, telescópios ou mesmo astrofotógrafos amadores captam constantemente imagens da Terra e do Espaço que a NASA destaca nos seus álbuns. Cometas, auroras e tempestades estiveram “sob os holofotes” em outubro.
Este ano o buraco do ozono que surge sobre a Antártida é o 7º mais pequeno desde que começou a recuperação e os cientistas da NASA e da NOAA definiram datas para a recuperação total.
Para os mais curiosos (e corajosos), esta digressão de horror cósmico da NASA é a uma oportunidade para celebrar o Halloween de forma verdadeiramente galáctica.
Continuam a ser divulgados os detalhes sobre a missão Artemis III que visa o regresso do Homem à Lua, cinquenta anos depois da missão Apollo 11. A NASA divulgou agora os locais onde poderá ser feita a alunagem, na área do Polo Sul.
A 200 mil anos-luz há uma verdadeira “festa cósmica” que pode ajudar a revelar os segredos do universo primitivo. Trata-se de uma população de anãs castanhas jovens, também conhecidas como “estrelas falhadas”, a primeira do género encontrada fora da Via Láctea.
Terminaram as sessões fotográficas do Espaço para Matthew Dominick, pelo menos por enquanto. O astronauta está de regresso à Terra, juntamente com os colegas da NASA Michael Barratt e Jeanette Epps, assim como o cosmonauta Alexander Grebenkin.
O rover Perseverance continua a viajar pela borda da cratera Jezero, em Marte, e transmitiu uma atualização do seu estado, na qual aponta as dificuldades enfrentadas.
Os cientistas do SETI procuraram sinais extraterrestres enviados entre exoplanetas do sistema TRAPPIST-1. Utilizaram radiotelescópios para procurar as transmissões inteligentes, mas será que foi desta?
Depois do adiamento por culpa do furacão Milton, a missão Europa Clipper partiu hoje para fazer 2,9 mil milhões de quilómetros até chegar a Júpiter, em 2030, e “espreitar” a lua gelada, à procura de vida.
Há pelo menos 150 anos que os astrónomos observam a lendária Grande Mancha Vermelha de Júpiter, um anticiclone suficientemente grande para engolir a Terra, mas podem surgir sempre surpresas, especialmente quando o telescópio Hubble entra em ação.
Depois de captar a passagem do cometa do século e de pedir ajuda para identificar uma luz vermelha misteriosa, o astronauta da NASA Matthew Dominick não quis deixar o espaço sem voltar a mostrar a beleza das auroras boreais vistas da janela do seu “quarto” na ISS.
Enquanto percorre Cratera Gale, o rover Curiosity descobriu novos detalhes sobre como o clima em Marte passou de potencialmente adequado, com evidências de água líquida à superfície, a um ambiente inóspito para a vida terrestre como a conhecemos.