O governo britânico está a aprovar um documento que contempla a designação de vários poderes de espionagem ao executivo. Num documento endereçado a várias operadoras, escreve-se que estas devem permitir o acesso aos dados dos seus clientes, em tempo real.
A nova lei dá poder às autoridades britânicas para punir cidadãos que não cometeram qualquer crime. O critério de intervenção, neste caso, tem por base o exclusivo julgamento dos agentes.
A agência norte-americana viu as suas operações de vigilância limitadas em 2015 pelo USA Freedom Act. Apesar do número, foram apenas emitidos 46 mandatos que autorizavam a vigilância de suspeitos neste mesmo período.
Num documento publicado esta quinta-feira pela sua equipa de segurança, a empresa reconhece o fenómeno e identifica algumas das técnicas utilizadas por países e organizações para ludibriar utilizadores.
A rede social criada por Mark Zuckerberg acaba de anunciar novos procedimentos para ajudar a evitar a partilha não autorizada de imagens íntimas online.