Ao contrário do que o seu nome possa dar a entender, a Meetings are Dead não deseja a “morte” a todas as reuniões, apenas àquelas que não são produtivas e acabam por prejudicar o rumo dos projetos.
O organismo considera fundamental que os países da UE adotem medidas para que os trabalhadores possam não estar "ligados" fora do horário do trabalho, sem sofrerem qualquer represálias. Em cima da mesa está sobretudo a garantia da saúde.
Embora o teletrabalho já fosse habitual, a XpandIT decidiu implementar algumas medidas para ajudar os colaboradores no período de pandemia. Há psicoterapia e sessões de home gym para quem queira e vales para ajudar nas despesas extra.
A empresa reconhece que o teletrabalho e as videoconferências estão a aumentar o stress dos profissionais de quase todos os sectores. As novas funcionalidades do Teams querem ajudar a organizar a informação e endereçar possíveis casos de esgotamento com dicas e meditação.
Sundar Pichai, CEO da Google e da Alphabet, acredita que o futuro não será 100% remoto e, no regresso à normalidade, a gigante de Mountain View vai apostar numa nova cultura de trabalho que promete um maior equilíbrio entre o trabalho presencial e aquele que é feito em casa.
São muitas as horas que se acumulam na secretária, seja a trabalhar ou a descontrair a jogar um videojogo. Por isso, estar sentado de forma confortável é essencial. Conheça algumas das melhores cadeiras do mercado.
A pandemia obrigou a novos hábitos, pessoais e profissionais, mas as mudanças impostas não impediram as empresas de TI em Portugal de se adaptarem para manterem os seus negócios. E também não as impediram de continuarem a procurar novos talentos.
O novo dispositivo de colaboração inteligente da Lenovo já chegou ao mercado nacional com um preço a partir dos 389 euros. Através da interface de ecrã tátil e do suporte a instruções de voz, a entrada e colaboração em reuniões virtuais ou em chamadas importantes torna-se mais fácil, tudo sem afetar
Através da JobClub é possível participar em sessões online com temáticas centradas em torno de estratégias para encontrar emprego, avaliação de possibilidades de carreira e competências e ainda oportunidades de mercado. Além das sessões, os participantes terão acesso a mentoria e consultoria técnica
As competências necessárias para navegar nos novos contextos profissionais estão a mudar e há uma série de novas profissões digitais a ganhar mais protagonismo, escreve Catarina Correia.
Está a ver o Slack? E o Zoom? A Pragli pode ser encarada como uma ferramenta para trabalhar em equipa que mistura funcionalidades dos dois serviços. E que também tem uns "rasgos" de Bitmoji.
O mercado das TI continua dinâmico e a procura de talento no setor acompanha. Quais as áreas mais requisitadas? Para que funções? E o que pesa mais na hora de escolher os candidatos: formação, experiência ou soft skills? As empresas respondem.
Dimensão do ecrã, design e preço. Estas são as variáveis habitualmente contempladas no processo de compra de um monitor mas existem inúmeros pontos a considerar se quiser garantir que está a adquirir um equipamento realmente ajustado às suas necessidades.
Há várias certezas sobre a forma como as empresas e o trabalho vão evoluir, mas também dúvidas sobre o equilíbrio homem/máquina. Juan Carlos Moro explica neste artigo de opinião a sua visão.
Já todos percebemos que há uma mudança em curso que vai mudar o mercado de trabalho, mas ainda falta entender como a tecnologia pode realmente transformar a forma de trabalhar.
As tecnologias criam novos empregos, destroem outros e, além disso, também mudam aquilo que as pessoas fazem e a forma como o fazem. No contexto de trabalho, as competências digitais e transversais revelam-se de extrema importância.
O impacto da digitalização no emprego não deve ser visto ao nível dos números, deve ser visto principalmente em termos de qualidade dos empregos. E um elemento determinante nesta equação são as skills.
O futuro do trabalho chegou mas não se trata apenas de robots a controlar telefones e carros voadores. Neste artigo de opinião Nick Offin fala das transformações que já estão a mudar as empresas.
O Partido do Governo quer aprovar nesta legislatura as propostas que definem quando é que o trabalhador tem direito a desligar, mas primeiro tem de convencer os outros grupos parlamentares.
O mundo está a mudar, influenciado pela digitalização, pela globalização, pela evolução demográfica. E é claro que o mercado do trabalho é afetado. Sim, os humanos perdem alguns empregos para as máquinas. Mas ganham outros.
Ou pelo menos para alguns trabalhos. Isto de acordo com os resultados de um estudo recente, em que 86% das empresas inquiridas revelaram ter tido situações em que foi necessária a reparação ou substituição dos smartphones dos seus colaboradores.