Os suspeitos roubavam dados de cartões de crédito, compravam produtos multimédia e de telecomunicações que vendiam online, branqueando os proveitos em criptomoedas. Os detidos têm idades entre 20 e 23 anos e residiam em vários bairros do concelho de Loures.
Segundo os investigadores da Kaspersky, os cibercriminosos começam por chamar a atenção das vítimas com comentários, que promovem supostas oportunidades de enriquecimento, em vídeos de YouTube populares.
Os protocolos de finanças descentralizadas (Defi) foram os principais alvos de esquemas para roubar criptomoedas, durante o segundo semestre. Entre fraudes e ciberataques dominaram os segundos.
Segundo os investigadores da Kaspersky, só no primeiro trimestre do ano foram descobertas 107.000 tentativas de phishing relacionadas com criptomoedas. Já em abril registaram-se quase 50.000: quase metade do trimestre anterior em apenas um mês.
A trabalhar em várias frentes na área dos ativos digitais, as mais mediáticas não têm conseguido os melhores resultados. A moeda digital Diem ficou pelo caminho, a carteira digital Novi não chega a sair da fase piloto.
Foi aberto um inquérito depois de terem sido violadas as contas do Exército britânico na rede social Twitter e na plataforma de vídeos YouTube, anunciou o Ministério da Defesa.
Está na reta final de aprovação uma medida que vai aproximar as regras de informação a partilhar em transações com ativos digitais, daquelas que já cumprem as transações com moedas físicas. Enquanto isso, o Parlamento Europeu quer uniformizar a cobrança de impostos sobre estas transações e usar bloc
De acordo com investigadores da Chainalysis, o estilo e velocidade com que os hackers começaram a “lavar” o dinheiro roubado é semelhante ao que foi registado anteriormente em outros ataques levados a cabo por piratas informáticos norte-coreanos.
A promessa de ganhar dinheiro com criptomoedas é o isco que tem levado muitos utilizadores do LinkedIn a cair em esquemas fraudulentos. Há casos em que as perdas superam o milhão de dólares.
Há cibercriminosos que se estão a aproveitar dos utilizadores mais incautos no Instagram para roubarem as suas contas e utilizarem-nas como veículo para os seus esquemas fraudulentos. Mas há mais táticas que estão a ser utilizadas pelos atacantes.
Apesar das perdas registadas, Changpeng Zhao, CEO da Binance, quer que a equipa responsável pela criptomoeda Luna dê prioridade aos investidores que perderam dinheiro durante o “crash”.
O Portal da Queixa alerta para o aumento das reclamações em torno das criptomoedas, registando situações em que a informação é escassa e deixa o aviso que é necessário que os utilizadores se informem bem antes de investirem.
Uma frota de táxis está a aderir às novas tendências de pagamentos através de criptomoedas, através de uma parceria entre a startup espanhola Woonkly e a empresa Tutaxideconfianza.
A autoridade francesa dos mercados financeiros outorgou à Binance o registo para operar no país como provedor de serviços de ativos digitais, sendo o primeiro registo DASP da empresa na União Europeia.
O Refugee Crypto Card foi criado pela Binance e permite aos refugiados receber pagamentos de criptomoeda ou realizar compras em qualquer retalhista da Zona Económica Europeia que aceitem pagamentos com cartões.
As conclusões são de um estudo da Immunefi e refletem o impacto do ataque à Ronin Network em março. No primeiro trimestre foram desviados 1,23 mil milhões de dólares de plataformas de transação de criptomoedas, entre ataques informáticos e esquemas de fraude.
Nos Estados Unidos, um homem foi acusado de vender na Dark Web informação roubada a partir de serviços online populares, incluindo de streaming e transportes, recorrendo depois a métodos ilegais de transferência de criptomoedas na para esconder os valores obtidos ilegalmente.
A desvalorização da moeda e a inflação têm impulsionado a aposta em ativos digitais, pelo que é na América Latina e na região Asia-Pacifico que este tipo de investimentos mais tem crescido. Na Europa poucos compram criptomoedas e ainda menos têm interesse em vir a comprar.
A iniciativa de vender os NFTs é do ministério da transformação digital da Ucrânia e as imagens que contam a história da invasão, dia a dia, já angariou mais de 500 mil dólares que vão ser aplicados no esforço de guerra. Agora há uma oferta para os internautas que seguirem o Museu da Guerra.
A iniciativa já conta com mais de 50 obras ilustradas com base nos momnetos chave do desenvolvimento da invasão da Rússia à Ucrânia, que já começou há mais de um mês.