Mark Zuckerberg foi um dos multimilionários que mais viu a fortuna diminuir nos últimos meses, por causa dos receios dos investidores e é agora também um dos que mais recupera o fôlego à boleia da valorização da Meta, mas não é o único.
Além do despedimento de mais 10.000 colaboradores, Mark Zuckerberg confirma que a Meta também vai fechar perto de 5.000 vagas adicionais que tinha abertas, além de tomar medidas para aumentar a eficiência da empresa.
A popularidade do ChatGPT está a pressionar a Meta a dividir atenções entre a necessidade de criar soluções de Inteligência Artificial generativa e o metaverso.
O anúncio surge depois de John Carmack, CTO consultor da divisão de realidade virtual da Meta, ter deixado o cargo na semana passada, deixado claro que estava “cansado de lutar” contra a empresa, apontando a falta de eficiência como um dos grandes problemas.
A Meta, proprietária do Facebook, WhatsApp e Instagram, vai despedir cerca de 11.000 trabalhadores, 13% da sua mão-de-obra, segundo um comunicado publicado hoje no seu website e assinado pelo próprio Mark Zuckerberg.
A decisão de acordo é vista com um esforço para evitar que Mark Zuckerberg volte a ter de falar publicamente sobre o tema. O fundador da rede social estava convocado para audiência no final de setembro.
O responsável deu também a entender que a Meta poderá desenvolver um sistema operativo próprio, concebido para unir todas as plataformas e equipamentos utilizados para aceder ao seu metaverso.
Mark Zuckerberg já informou os acionistas que a criação do seu metaverso vai necessitar de um enorme investimento e alguns dos seus produtos planeados não deverão estar prontos nos próximos 15 anos.
Esta é uma segunda tentativa de incluir o cofundador do Facebook nos processos relacionados com a Cambridge Analytica, que usou dados da rede social para influenciar a eleição de Donald Trump.
Os altos e baixos no mercado de ações, a inflação e outros impactos da instabilidade económica a nível mundial têm tido o seu impacto um pouco por todo o mundo e a carteira dos mais ricos do mundo também se ressente.
A organização que distribuiu a maior parte dos 350 milhões de dólares em doações do fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, a escritórios eleitorais em 2020, revelou na segunda-feira que irá mudar a forma de financiamento após críticas dos republicanos.
A Meta está à procura de novas formas de monetizar as suas plataformas e uma das apostas pode passar pela criação dos Zuck Bucks, uma moeda ao estilo dos populares Robux, do jogo Roblox. Já em maio, a empresa pode também lançar um piloto para testar NFTs nas plataformas.
Além do Instagram, o Mark Zuckerberg espera também que os NFTs venham a desempenhar um papel relevante no metaverso da Meta. No entanto, para concretizar os seus planos, a empresa necessita que resolver um vasto conjunto de questões técnicas.
Numa reunião virtual com a sua equipa, o patrão do Facebook revelou as novas máximas que definem a empresa: primeiro a Meta, seguindo-se a equipa e depois a individualidade do trabalhador.
Mark Zuckerberg, fundador da Meta e dona do Facebook, foi quem já perdeu mais desde o início do ano, embalado pelos resultados dececionantes da empresa, mas não chora sozinho a “perda” da fortuna.
Quem usa a rede social vai passar a ter mais opções, se quiser que as mensagens que troca na plataforma sejam temporárias e se autodestruam ao fim de algum tempo.
Ao que tudo indica, as lojas físicas da Meta servirão como uma "porta de entrada" para o metaverso, incluindo dispositivos Portal, headsets de realidade virtual Quest, ou ainda óculos inteligentes como os Ray-Ban Stories.
A rede social há muito que deixou de ser apenas isso e o rebranding do Facebook vai espelhar essa evolução e o foco da empresa em novas áreas, como o metaverso.
Em Portugal, as organizações MiudosSegurosNa.Net e AjudAjudar juntaram-se à causa liderada pela britânica National Society for the Prevention of Cruelty to Children, subscrevendo uma carta dirigida ao CEO do Facebook.
O Facebook vai estender o cabo submarino 2Africa triplicando a capacidade das comunicações que ligam os Estados Unidos a África, Ásia e Europa. O cabo passa por Portugal e torna-se o mais longo do mundo, e o primeiro com 24 pares de fibra, como explicou Kevin Salvadori ao SAPO TEK.
Afastando a possibilidade de um ataque informático, o Facebook explica que o “apagão” que aconteceu no início desta semana ocorreu devido a um erro técnico causado pela própria empresa. Porém, seis horas bastaram para fazer com que as ações e a riqueza de Mark Zuckerberg caíssem a pique.
Os Ray-Ban Stories: Smart Glasses, nascidos de uma parceria entre o Facebook e a Essilor Luxottica, vão estar disponíveis nos Estados Unidos, Austrália, Canadá, Irlanda, Itália e Reino Unido por um preço a começar nos 299 dólares.