Os ciclos de substituição de portáteis e smartphones, que vão retomar quase quatro anos após a pandemia, são apontados pelos especialistas da GfK como um dos fatores que ajudarão a impulsionar o mercado global de Tecnologias e Bens de Consumo em 2024.
Foram precisos cerca de 20 meses para convencer os reguladores da concorrência, concessões aos rivais e na reta final passar o negócio de cloud gaming à Ubisoft para a Microsoft concluir a aquisição da Activision Blizzard.
Considerando que a maioria das tentativas de recuperação após ataques de ransomware não é bem-sucedida, a IDC prevê que as organizações passem a recorrer cada vez à recuperação cibernética como serviço (CRaaS).
Os analistas da TrendForce realçam que a expansão do mercado de smartphones dobráveis é inevitável e, até 2027, o número de equipamentos enviados para as lojas pode atingir 70 milhões de unidades.
A Apple vai apresentar o iPhone 15 no próximo dia 12 e os analistas já apontam que a fabricante poderá ultrapassar a Samsung nas vendas de smartphones. A nova geração fica marcada pela troca do sistema Lightning para USB-C no sistema de carregamento para obedecer às leis da União Europeia.
A IDC prevê que o número de PCs enviados para as lojas no próximo ano alcance a marca dos 261,4 milhões de unidades. O valor é superior àquele que foi registado em 2018, no entanto, continua abaixo dos níveis de pré-pandémicos.
A par da queda registada nos bens tecnológicos, um estudo da GfK indica que o mercado global de eletrónica de consumo registou uma redução de 12% nas receitas e de 8% no total de unidades vendidas durante o primeiro semestre do ano.
As vendas na China caíram 4% no segundo trimestre face ao ano passado. Apesar da vivo manter a liderança neste mercado, ombreando com a Apple, foi a Huawei que registou um crescimento acima de quase 60%.
A IDC avança que nenhuma fabricante conseguiu resistir aos desafios do mercado no segundo trimestre do ano. Com exceção da HP e da Apple, todas as empresas que fazem parte do Top 5 tiveram quedas na ordem dos dois dígitos.
Como explica, Francisco Jerónimo, vice presidente, Data & Analytics - Devices Europe na IDC, ao SAPO TEK, o preço médio de venda cresceu 33.1%, para 447 euros, "o que resultou num valor de mercado superior ao do período homólogo", mesmo com uma queda de quase 17% no número de smartphones vendidos em
Embora a Samsung continue a liderar o Top 5 de fabricantes, a Apple, que ocupa o terceiro lugar no ranking, "mostrou um crescimento notável no segmento Premium”, realça Francisco Jerónimo, vice presidente, Data & Analytics - Devices Europe na IDC.
Segundo a IDC, todas as fabricantes registaram quebras durante o primeiro trimestre do ano. No entanto, a Apple e a Samsung continuam a liderar o mercado de tablets, com a Huawei a "saltar" para o terceiro lugar do ranking de fabricantes,
Segundo dados da IDC, a Xiaomi, a Samsung e a Vivo foram as fabricantes com as maiores descidas em comparação com o mesmo período em 2022. Já a Apple foi a que registou a menor queda no primeiro trimestre do ano.
O mercado de smartphones em Portugal caiu 3,9% no ano passado, face a 2021, "para 2,5 milhões de unidades, ou 934 milhões de euros", diz Francisco Jerónimo, vice-presidente da IDC na Europa para a área de dispositivos móveis.
Em causa está a criação de condições para desenvolver uma base industrial para duplicar a quota global do mercado de semicondutores de 10 para 20% até 2030.
A Apple foi a fabricante que registou a maior queda no número de equipamentos enviados para as lojas durante o primeiro trimestre do ano, com menos 40,5%. Fabricantes como a Dell e a Asus também se encontram entre as mais impactadas.
A Autoridade da Concorrência (AdC) abriu uma investigação aprofundada à aquisição, por parte da Vodafone, da Cabonitel e, portanto, da Nowo, considerando que não pode excluir que a operação resulte em “entraves significativos à concorrência”.
Apesar da queda registada no ano passado, os analistas da IDC preveem que o mercado dos equipamentos inteligentes para a casa possa crescer 2,2% em 2023.