A plataforma TikTok assegurou hoje que faz um forte investimento para manter menores de 13 anos fora da aplicação e que tem mais de 40 mil trabalhadores alocados à área da segurança.
O TikTok é alvo de dois processos judiciais em Portugal, movidos pela organização não-governamental Ius Omnibus, que pedem a condenação da rede social por práticas ilegais e indemnizações que podem ascender a 1,12 mil milhões de euros.
Ao que tudo indica, o processo será submetido num tribunal federal antes do final da semana. Para o Departamento de Justiça dos Estados Unidos este será o segundo grande processo em tribunal contra a Google.
Apesar de ter recuperado parte dos bens líquidos, ainda não se sabe a extensão das perdas dos clientes da FTX, que declarou falência em novembro. Mas já foram identificados 9 milhões de clientes, cujos nomes ainda estão a ser mantidos em anonimato.
No processo, as escolas defendem que as empresas tecnológicas conseguiram “explorar as mentes da juventude”, fazendo com que dezenas de milhões de estudantes por todos os Estados Unidos fiquem “colados” às redes sociais e plataformas
O ano começa com desenvolvimentos para a Microsoft, na saga em que se transformou a compra da Activision Blizzard. O regulador dos Estados Unidos decidiu levar o caso a tribunal para tentar bloquear a transação. A primeira audiência, antes do julgamento, é amanhã.
Uma ação judicial coletiva foi apresentada hoje no Quénia contra a casa-mãe do Facebook, Meta, sobre o papel da plataforma na propagação da violência em África e que inclui um pedido de indemnização de 2 mil milhões de euros.
O Telegram foi levado a tribunal por Neetu Singh, uma professora indiana que acusou a empresa de não tomar medidas suficientes para impedir a distribuição não autorizada de materiais de estudo que tinha produzido.
Doze Estados norte-americanos conseguiram luz verde de um juiz para juntar acusações contra as práticas alegadamente anticoncorrenciais da Alphabet, dona da Google, numa mesma ação popular. Em causa estão as regras da Play Store, a loja oficial de aplicações do Android.
É o maior acordo de sempre realizado nos Estados Unidos, para pôr fim a uma disputa legal relacionada com os direitos dos consumidores. Em causa estão práticas da Google no que se refere à recolha de dados de localização, que a empresa garante já ter mudado.
Ainda em julho, Will Cathcart, responsável pelo WhatsApp já tinha dado a conhecer que a Meta tencionava tomar medidas legais contra as empresas, que criaram cópias maliciosas da app de mensagens instantâneas para recolher dados e roubar contas.
Depois de ser acusada de recolher ilegalmente dados de localização de utilizadores do sistema operativo Android, a Google chegou a um acordo com o Tribunal Superior do Estado do Arizona. Em janeiro, a empresa ainda tentou recorrer da decisão, no entanto, o pedido foi negado.
A Apple tem tentado usar os recursos legais à disposição para voltar a levar a Qualcomm para a barra do tribunal. A empresa alega receios de voltar a ser processada pela gigante dos processadores em 2025, mas ainda não conseguiu convencer os juizes e não é por falta de tentativas.
A dona do Facebook e do Instagram é acusada de ter usado tecnologia de outra empresa, com quem chegou a negociar uma parceria, em funcionalidades dos dois serviços. O tribunal deu razão à acusação, mas o caso não vai ficar por aqui.
A ‘gigante’ americana Google afirmou-se "dececionada" com a decisão da justiça europeia que hoje validou uma multa recorde de Bruxelas por abuso de posição dominante do seu sistema Android.
Em linha com Bruxelas, o Tribunal Geral da União Europeia decide que "a Google impôs restrições ilegítimas às fabricantes de smartphones Android e às operadoras de redes móveis de modo a consolidar a sua posição no mercado dos motores de busca”
O empresário Elon Musk enviou nova carta ao Twitter invocando acusações do antigo chefe de segurança da empresa, Peiter Zatko, para justificar com mais argumentos o abandono da compra da rede social, anunciado em julho.
A ação de tribunal coletiva contra a Sony defende que a fabricante abusa da sua posição dominante no mercado e está a obrigar os consumidores a pagarem preços excessivos pelos jogos e conteúdos digitais.
A Google é acusada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos de abusar da sua posição dominante no mercado dos anúncios digitais. Ao que tudo indica, o processo poderá avançar em tribunal já em setembro.
As fabricantes parentes Oppo e OnePlus viram as vendas de smartphones banidas na Alemanha depois de perderem em tribunal por violação de patentes de tecnologia 5G da Nokia.
A rede social diz que os gastos relacionados com a aquisição pendente de Elon Musk se refletiram no relatório de contas do segundo trimestre apresentado recentemente.
O empresário Elon Musk perdeu a batalha para adiar o processo que o Twitter lhe colocou, já que um juiz de Delaware marcou hoje o julgamento para outubro, justificando com a "nuvem de incerteza" em torno da rede social.