Depois de uma primeira reação de desconfiança e adiamento da compra dos consumidores, a Huawei garante que o impacto do bloqueio nos EUA é diminuto em Portugal e que no primeiro semestre vai crescer 25%.
O bloqueio que foi imposto às empresas chinesas e que tem impacto mais relevante sobre a Huawei tem agora uma pausa de três meses, curiosamente o mesmo tempo que a fabricante tinha previsto para resolver a situação.
O movimento já era esperado mas uma ordem executiva hoje assinada confirma que o presidente dos Estados Unidos não quer equipamentos desenvolvidos por empresas estrangeiras nas telecom. Não são referidos países nem marcas, mas este é mais um passo na guerra contra a China.
O desafio de regressar à lua até 2024, lançado pela administração Trump, implica uma emenda ao orçamento para 2020 de modo a permitir financiamento adicional para o programa.
A NASA diz que está a fazer “todos os esforços possíveis” para acelerar o regresso dos seus astronautas à Lua, respondendo a um repto lançado pela Administração de Donald Trump.
A fabricante chinesa tem vindo a endurecer a sua resposta ao bloqueio que o governo norte-americano está a fazer em relação aos seus produtos e contra ataca agora com um processo judicial.
Está quase a chegar ao fim a edição de 2019 da CES e a CTA faz um balanço positivo da que se afirma como a maior feira de tecnologia do mundo. E o resultado acontece apesar da administração de Trump não ser a “mais amigável”.
O mote adaptado do Clube do Bolinha parece “encaixar” nas intenções do Governo norte-americano, que quer impedir a maior operadora de telecomunicações do mundo de “chegar” aos EUA.
A medida foi aplicada na sequência de uma ameaça que o jovem fez no Snapchat. "Têm de se calar com o assunto dos tiroteios nas escolas, senão faço um", escreveu num vídeo onde se filmava a jogar.
Em adição, foram também encontradas cerca de 170 contas suspeitas com ligações à Rússia no Instagram. Todas elas foram eliminadas, mas não sem antes publicarem cerca de 120 mil posts de propaganda política.
O hack terá acontecido em setembro de 2016, mas as equipas de cibersegurança sul-coreanas só o detetaram em maio deste ano. 80% dos ficheiros roubados ainda não foram identificados.
O gabinete do executivo norte-americano responsável pela Segurança Interna do país, decidiu não alargar as restrições aos voos europeus, mas admitiu que a hipótese vai continuar em cima da mesa.