Termina amanhã, 27 de novembro, o prazo para entrega de candidaturas de qualificação para o leilão de espectro do 5G que tem causado guerra entre o regulador e os operadores, a que se juntam várias entidades do mercado.
Apesar do impacto da pandemia, a Altice Portugal registou uma recuperação positiva nas receitas e no EBITDA, com 541,1 milhões de euros de receitas totais. O investimento foi também reforçado, atingindo os 120,2 milhões de euros.
Alexandre Fonseca não poupou nas palavras para criticar as opções tomadas pela Anacom no leilão do 5G e pede a demissão do presidente da entidade reguladora das telecomunicações.
A contestação dos operadores em relação ao regulamento do leilão para o 5G tem subido de tom mas a Anacom mantém-se firme da defesa das opções. João Cadete de Matos afirma que "é a concorrência que estimula a inovação" .
Portugal arrisca-se a assumir a presidência europeia com o dossier do 5G em suspenso. Espera-se que a atribuição das licenças 5G em Portugal decorra durante o primeiro trimestre de 2021, mas ambiente negativo entre operadores de telecomunicações e regulador
O seu principal indicador de negócio desacelerou entre os meses de julho e setembro com a quebra da atividade turística nas receitas do segmento móvel. Receitas caiem 0,8% em 278 milhões de euros no seu primeiro semestre fiscal.
A NOS e a Vodafone Portugal já tinham admitido a hipótese de avançar com processos judiciais face ao Regulamento para o leilão do 5G apresentado pela Anacom. Agora é a vez da Altice Portugal elencar os problemas identificados no documento.
(Atualizada) A decisão final do Regulamento para a atribuição de licenças para a quinta geração móvel não trouxe assim tantas mudanças que evitem as críticas que existiam. Entre ameaças de processos e acusações de "malabarismo", os operadores já reagiram.
Depois de muitas críticas ao projeto de regulamento apresentado em fevereiro a Anacom apresentou hoje a versão final que estará na base do leilão do espectro que permitirá aos operadores acederem às licenças para lançarem o serviço. O calendário foi atualizado e deverá estar concluído no primeiro tr
O projeto que foi apresentado em fevereiro já foi apelidado de utópico e ilegal, com o aviso de que compromete a concorrência no mercado. Hoje a Anacom vai apresentar o regulamento final e antes disso fizemos uma ronda pelos principais pontos de divergência com os operadores de comunicações.
A aplicação oferece informação da cobertura em todo o território nacional, não só da operadora que contratou, mas todas as que estão a operar no local.
Antecipando a publicação do regulamento final da Anacom para o leilão de frequências e sem uma data à vista para o início do processo, os partidos políticos debateram hoje a sua visão para a tecnologia em Portugal. Durante as votações, as quatro propostas dos partidos foram rejeitadas.
As críticas ao regulador, a necessidade de bom senso e de repensar as metas previstas para o 5G, incluindo a cobertura a atingir pelos operadores, centram um artigo de opinião assinado por Alberto Souto de Miranda, ex-secretário de Estado Adjunto e das Comunicações.
O objetivo consta do projeto de regulamento de leilão para o 5G, no qual os vencedores ficam obrigados a reforçar também a rede de quarta-geração (4G), para atingir 75% do território das freguesias de baixa densidade em três anos e chegar aos 90% no prazo de cinco anos.
A Anacom revela que as alterações nos padrões de consumo devido à COVID-19 tiveram um forte impacto no número de minutos de conversação por acesso de voz móvel: em média 238 por mês. Já no que toca ao consumo de dados móveis, cada utilizador consumiu cerca de 4,5 GB por mês.
Para a Presidente da Autoridade da Concorrência, o fim das fidelizações deve ser ponderado "em nome" da quinta geração da rede móvel. Margarida Matos Rosa avisa ainda que a dinâmica comercial do sector não está a funcionar.
A iniciativa só tem três anos e estende-se até 2022, mas a Comissão Europeia já está a pensar no que se segue e quer saber se as taxas adicionais nas chamadas telefónicas e comunicação de dados devem ou não voltar a ser aplicadas.
A medida que pôs fim à cobrança de tarifas de roaming dentro da Europa foi aprovada em 2015. Hoje estas taxas fazem parte do passado e os cidadãos podem usufruir de vários serviços de telecomunicação de forma gratuita, o que aumentou o volume de chamadas e uso de dados dentro do espaço europeu.
Depois do adiamento devido à pandemia da COVID-19, com o desconfinamento a reguladora entende que estão criadas as condições para retomar os procedimentos.
A Ericsson já tem 39 redes 5G operacionais em vários países e depois de 2019 começarem a aparecer os primeiros exemplos de serviços, em 2020 a expectativa é que a adesão escale, com o aumento da oferta e redução de preço dos smartphones.