Para já é uma solução híbrida e que aparentemente se dirige só ao mercado japonês. A Toyota recuou na tecnologia das chaves, para poder avançar nas vendas e contornar a falta de chips.
O líder do maior fabricante mundial de chips volta a deixar um alerta sobre o impacto para a indústria de semicondutores em todo o mundo das tensões crescentes entre China e EUA a propósito de Taiwan.
Ao que tudo indica, a administração Biden está com dificuldade em lidar com o impacto das restrições comerciais recém-anunciadas, que podem prejudicar inadvertidamente fabricantes internacionais a operar na China e causar disrupções nas cadeias de produção.
A lei de política industrial aprovada pelo Congresso contempla um investimento total de 280.000 milhões de dólares. dos quais 52.700 milhões de dólares destinam-se a fomentar a construção e ampliação de unidades nacionais de semicondutores com subsídios e créditos adicionais.
A Gartner prevê que a venda dos semicondutores entre em queda em 2023, como resultado da inflação e custos de energia, que vão afetar os gastos em produtos eletrónicos.
Especialista em virtualização e até final do ano passado parte do grupo Dell, a VMware entrou em spin-off para voar sozinha, mas a viagem até novo dono pode afinal ser curta.
A segunda reunião do conselho para o comércio e tecnologia, criado no ano passado pela UE e os EUA, serviu para reforçar a cooperação entre os dois blocos em áreas chave para o futuro, como a produção de chips e o controlo destas cadeias de valor, a IA, entre outras.
A prolongada crise na falta de chips tem obrigado as fabricantes automóveis a fechar temporariamente as suas fábricas. As empresas começam a tomar medidas drásticas, vendendo carros sem todas as funcionalidades, de forma temporária.
Depois de confirmar que estava a trabalhar na produção de processadores de 2 nanómetros em 2020, C.C. Wei, CEO da TSMC, revela mais detalhes acerca da arquitetura dos chips e dos planos de produção da empresa.
A crise dos chips não teve tempo de ser resolvida, antes da guerra na Ucrânia a agravar e ainda juntar à lista de componentes escassos na indústria automóvel as cablagens elétricas. Enquanto isso, o sector é pressionado pelas marcas para garantir a segurança de processos cada vez mais digitais. Em P
Os analistas dizem que o encerramento da fábrica devido ao novo surto de COVID-19 deve afetar, no máximo, 10% da produção global dos smartphones da Apple.
Ao todo, a Intel planeia investir 80 mil milhões de euros na União Europeia nos próximos 10 anos, na investigação e desenvolvimento da indústria de semicondutores. A tecnológica vai construir uma fábrica na Alemanha por 17 mil milhões de euros.
A escassez de semicondutores continua a afetar a indústria automóvel. Primeiro de forma mais tímida, agora de forma assumida, os fabricantes começam a arranjar soluções para contornar o problema, eliminando temporariamente funcionalidades e compensando financeiramente os clientes.
A procura de computadores manteve-se elevada no mercado nacional, estando em linha com os números globais. Crise de semicondutores continua a “travar” parte do crescimento.
A Intel passou o ano de 2021 a mostrar que quer afirmar-se na produção de chips para terceiros e parece ter iniciado 2022 focada no mesmo objetivo, a confirmar-se a aquisição da israelita Tower.
O baixo consumo do processador vertical vai permitir diminuir a pegada de carbono da mineração de criptomoedas, mas também será essencial na indústria IoT, veículos autónomos e tecnologia espacial.
A crise de escassez de semicondutores atingiu a indústria automóvel numa altura em que o sector começava a recuperar. Adão Ferreira, da AFIA, explica os impactos e aponta as medidas que os podem minimizar.
A Apple não vai ter iPhones para toda a procura que se registar durante este período natalício. Fábricas fecharam durante o período vital de produção por falta de matéria-prima.
A GfK já identifica subidas de preços superiores a 10% na eletrónica de consumo, num ano em que a escassez de semicondutores está a dificultar a previsibilidade de prazos de entrega, como reconhece a Worten, e a limitar campanhas promocionais, como verifica o KuantoKusta.
Os próximos anos vão ser de forte investimento no reforço da capacidade europeia para produzir semicondutores. A região depende em mais de 70% da produção asiática e tem ambições fortes em áreas como a dos carros autónomos, onde metade dos custos vão derivar da eletrónica.