A China suspendeu hoje as exportações de tecnologias necessárias para processar terras raras, uma área em que controla mais de 80% da produção mundial. Estes materiais são fundamentais para o fabrico de semicondutores, carros elétricos e equipamento militar.
Portugal assume a lei europeia que promove a aposta no sector dos semicondutores. No último Conselho de Ministros do Governo foram estabelecidos os objetivos e a estratégia para promover o crescimento da indústria de chips.
A China vai exigir autorizações especiais de exportação para três tipos de grafite, justificando com motivos de "segurança nacional", em resposta ao bloqueio de acesso à tecnologia de chips.
A Agenda Microeletrónica prevê o desenvolvimento de 25 produtos, processos e serviços, com a participação das 17 entidades envolvidas. A taxa de execução dos projetos previstos fixa-se nos 40%. Está previsto um investimento total de 68 milhões de euros.
(atualizada) A Estratégia Europeia de Segurança Económica, apresentada em junho, já previa a identificação das tecnologias que podem ser usadas como armas, por Estados com valores diferentes dos europeus, e a necessidade de prevenir que isso aconteça. A lista está feita e inclui os chips e a intelig
O regulamento europeu para impulsionar o setor dos semicondutores entra hoje em vigor na União Europeia (UE), para garantir a segurança do aprovisionamento e reforçar o investimento, num apoio de 3,3 mil milhões de euros em fundos comunitários.
Na Alemanha vai nascer uma das novas fábricas de semicondutores da Intel na Europa, mas o Governo quer atrair mais investimento estrangeiro nesta área e reservou 20 mil milhões de euros para conseguir voltar a ter uma palavra a dizer nesta indústria. Seguem agora negociações com a TSMC.
Uma vez assinado pela presidente do Parlamento Europeu e pelo presidente do Conselho, o Chips Act será publicado no Jornal Oficial da União Europeia, entrando em vigor três dias após a sua publicação.
O Parlamento Europeu aprovou hoje uma iniciativa legislativa para garantir o aprovisionamento de chips na União Europeia (UE) através do reforço da investigação, num apoio de 3,3 mil milhões de euros, e da adoção de medidas de emergência.
A nova medida poderá servir como uma forma de evitar que as empresas chinesas contornem as anteriores restrições implementadas pelos Estados Unidos e espera-se que o Departamento do Comércio do país a apresente ao longo das próximas semanas.
Não é o primeiro aviso do género, mas foi agora reforçado pelo CEO da YMTC, um fabricante de chips da China que alerta para o impacto global que as decisões políticas vão acabar por ter na indústria mundial de chips, em termos de inovação e vendas. Há empresas americanas a temer o mesmo.
Depois do acordo com a Alemanha, que vai dar origem a uma fábrica que custará mais de 20 mil milhões de euros, pelas contas da Intel, a fabricante norte-americana de chips chegou a acordo para montar outra fábrica na Polónia e ajudar a Europa a alcançar os objetivos ambiciosos nesta área.
A guerra de chips está a intensificar-se com boicotes cruzados entre os Estados Unidos e a China. Agora a Apple anunciou que fez um acordo com a Braodcom para usar componentes desenvolvidos no Colorado.
Em causa está a criação de condições para desenvolver uma base industrial para duplicar a quota global do mercado de semicondutores de 10 para 20% até 2030.
Apesar de ainda não conseguir competir com a tecnologia atual de semicondutores, a Huawei continua a tentar contornar as sanções impostas pelos Estados Unidos, criando as suas ferramentas de desenvolvimento. Já consegue criar processadores de 14 nanómetros, a segunda maior tecnologia de chips na Chi
Um documento publicado por cientistas chineses explica como serão introduzidos novos materiais e técnicas de construção de semicondutores de nova geração com o objetivo de ultrapassar as sanções de Washington.
A crise da Huawei poderá aprofundar-se com as novas medidas do executivo dos Estados Unidos, que poderá ter ordenado às tecnológicas americanas que deixem de exportar componentes para a fabricante chinesa.
As críticas surgem depois do Japão e a Holanda, importantes fornecedores de tecnologia e matérias-primas para a produção de chips semicondutores, concordaram em participar nas restrições impostas por Washington.
Agora, as negociações do Chips Act entre o Parlamento Europeu e o Conselho da UE serão anunciadas na abertura da sessão plenária entre os dias 13 e 16 de fevereiro, altura em que se realizará a votação relativamente à proposta Chips Joint Undertaking.
O primeiro passo no investimento de 80 mil milhões de euros previsto pela Intel para a Europa vai derrapar. A culpa é da situação geopolítica, diz a empresa. A imprensa alemã refere que a fabricante quer mais apoios estatais porque a construção da fábrica no país vai sair mais cara que o previsto.
A TSMC é parceira exclusiva da Apple no que toca à produção de chips e fabricante vai investir 40 mil milhões de dólares em duas novas fábricas no Arizona, com a primeira a dar início à produção de semicondutores em 2024.
O plano será discutido pelos ministros europeus no início de dezembro e poderá abrir a porta à aprovação do Chips Act, embora ainda precise de ser debatido pelo Parlamento Europeu no próximo ano.
Nos Estados Unidos, a Apple já tomou a decisão de comprar chips de uma fábrica no estado do Arizona, com a produção a começar em 2024. Já na Europa, os planos ainda não estão totalmente definidos.