Depois de ter sido o primeiro bastião da exploração espacial, a Lua está de volta à ribalta, agora como futura “paragem” ou “estação de serviço” para voos mais longínquos. Conheça algumas das missões lunares que seguem viagem em 2023.
As observações agendadas no James Webb para o mês de dezembro estão agora a ser recalendarizadas e a NASA diz que isso se deveu a um glitch no software.
Só na próxima década deverão ser lançadas 250 missões à Lua, impulsionando uma economia geradora de cerca de 100 mil milhões de euros. A ESA integra várias iniciativas lunares e quer alargar o convite a mais participantes.
A missão que chegou a Marte em 2018 chegou ao fim. Com a bateria a "dar as últimas", a sonda Insight ainda conseguiu enviar uma nova imagem. Dois dias depois, deixou de responder às tentativas de contacto da NASA e foi oficialmente terminada.
As equipas de recuperação estão agora empenhadas a assegurar que a cápsula Orion chega sã e salva à costa, onde embarcará numa nova viagem com destino ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Uma vez lá, os especialistas da NASA vão descarregar e analisar todas as cargas incluídas no interior.
A NASA revelou que o Ingenuity, o seu helicóptero de exploração de Marte, continua em forma e a bater recordes. Desta vez conseguiu elevar-se 14 metros acima do solo marciano.
A equipa de investigadores da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, acredita que a descoberta é "uma mudança de paradigma no nosso entendimento da evolução geológica do planeta”.
A cápsula desenhada para transportar astronautas da missão Artemis é agora aquela que mais se afastou da Terra, batendo o recorde anterior da Apollo 13.
O transporte das amostras de solo marciano até à Terra, para análise aprofundada, vai acontecer em várias etapas. O processo é mostrado pela ESA e a NASAnum vídeo animado acabado de lançar.
Howard Hu, supervisor da nave espacial Orion, que será usada no âmbito do projeto Artemis, não sabe por quanto tempo será possível manter esta residência, nem com que capacidade, mas sublinha a importância do objetivo.
A missão da NASA que pretende levar novamente o Homem à Lua, 51 anos depois da Apollo 11, completou hoje mais um passo relevante na aproximação à Lua e pelo caminho vai captando imagens impressionantes da Terra e do seu satélite natural.
O contrato original entre a NASA e a SpaceX foi modificado para dar à empresa de Elon Musk mais tempo para continuar a desenvolver a sua tecnologia e assegurar que cumpre todos os requerimentos necessários para as missões Artemis em que vai participar.
Depois de vários adiamentos e muitas dúvidas, o foguetão SLS da NASA está a caminho da Lua numa missão ainda não tripulada mas que abre caminho para o regresso de astronautas ao satélite natural da Terra.
De acordo com a NASA, escudos insufláveis como aquele que pôs à prova podem ser útil em viagens espaciais mais prolongadas uma vez que tem um design flexível, permitindo ocupar menos espaço no interior de um foguetão.
A sonda Mars Express, encarregue de transmitir para a Terra os dados obtidos pelos rovers em Marte, já está em órbita há 19 anos e continua a bater recordes de transmissão.
Depois de sucessivos adiamentos, na próxima data prevista, o dia 14 de novembro, a NASA optou por uma abordagem diferente, acreditando estarem reunidas as condições para um lançamento noturno, utilizando um sistema de câmaras de infravermelhos.
“Abrandar as emissões de metano é fundamental para mitigar os efeitos do aquecimento global”, afirma Bill Nelson, administrador da NASA, destacando as descobertas realizadas através da missão EMIT.
A “boleia” que vai levar os astronautas da NASA de volta à Lua está quase pronta para mais um passo crítico no processo de testes que terá de cumprir com sucesso, para dar seguimento à missão Artemis.