As duas “festas” e os saldos de inverno são dos momentos do ano mais críticos no que diz respeito a tentativas de roubo de dados bancários dos internautas.
Os resultados de uma investigação jornalística dão conta de que a agência de segurança chinesa está por detrás de uma série de ataques contra empresas australianas.
A Microsoft e outros parceiros da indústria continuam a enfrentar perigos emergentes, mas todos têm de contribuir para um mundo mais seguro. “É preciso uma convenção digital de Genebra”.
As conclusões resultam de uma análise publicada pelo Ministério da Economia, que entre os “remédios” defende que o Estado devia fazer campanhas de sensibilização sobre os perigos online, não só para empresas, mas também para cidadãos.
As pequenas e médias empresas estão, cada vez mais, na mira dos hackers, por normalmente terem uma infraestrutura de segurança menos sofisticada do que as grandes organizações, menos experiência e falta de colaboradores qualificados.
Os arguidos são acusados da prática de associação criminosa, sabotagem informática, acesso ilegítimo, acesso indevido a dados e de dano informático, entre outros crimes.
O presidente norte-americano reverteu uma diretiva do seu antecessor que delineava o processo a adotar pelas agências governamentais antes que o país permitisse uma resposta a ciberataques.
A nova equipa da NSA pretende combater os ataques online de hackers oriundos da Rússia para impedir situações com as interferências nos atos eleitorais.
O mesmo grupo que influenciou as eleições em 2016 foi identificado como estando por trás de ataques de phishing em três casos já identificados pela Microsoft em 2018.
Durante o mês da competição, as estruturas do país ligadas ao campeonato do mundo foram alvo de ataques de hackers, referiu o presidente Vladimir Putin durante um encontro com serviços secretos.
A Kaspersky deixou o alerta para um sofisticado malware em dispositivos Android capaz de registar todas as atividades do smartphone e aceder a informações pessoais.
Em cima da mesa vão estar temas como a proteção de dados, violação de privacidade e prevenção de ataques ransomware, numa altura em que as organizações têm assistido a um número crescente de ciberataques.
Nesta plataforma vendem-se peças de software para ludibriar sistemas de segurança, ferramentas de hacking, identidades roubadas, guiões detalhados para a prática de fraudes e packs de informações acerca de outros internautas.
Os ciberataques e a fraude e roubo de dados fazem parte da lista das ameaças globais mais prováveis apontadas no relatório do Fórum Económico Mundial para este ano.Os eventos climáticos extremos lideram a lista.
A crescente migração das empresas para a cloud, a disseminação da Internet das Coisas e o uso cada vez maior de dispositivos móveis fazem destas áreas as mais apetecíveis para “esquemas” e criminosos cibernéticos.
Foram mais de 60 as empresas privadas, universidades, organismos do estado e militares do governo português e outros países que participaram na mais recente edição do exercício Ciber Perseu.
Esquemas de phishing, ransomware, ciberespionagem e ciberataques, bullying online e divulgação de dados pessoais foram algumas das ações que alarmaram o mundo digital no ano de 2017. Mas também as criptomoedas trazem preocupações.
Portugal pode ter escapado ao último ataque de ransomware, o Bad Rabbit, que terá afetado mais de 200 empresas na Rússia, Ucrânia e mesmo na Alemanha, mas nem por isso o tema da cibersegurança vai deixar de subir aos palcos do Web Summit.
O Governo da Ucrânia, vítima de um ciberataque no início deste ano, recomendou a 13 de outubro, que as empresas se certificassem que as suas redes estavam protegidas porque poderia estar a caminho outro ataque. Hoje, terça-feira, as suspeitas confirmaram-se.
As informações sobre a utilização de ciberataques para influenciar eleições estão a aumentar e Bruno Castro explica, neste artigo de opinião, o que se passou nas eleições francesas.