O executivo americano quer diminuir a dependência do país nos semicondutores e processadores fabricados na Ásia e incentiva diferentes tecnológicas a investirem nos Estados Unidos.
A suspensão do bloqueio à Huawei continua em vigor, mas ainda com estatuto “temporário”. A mais recente extensão acabava a 1 de abril, mas o Departamento do Comércio dos Estados Unidos prolongou-a até 15 de maio.
"High-Speed Internet for All" é o nome do plano de 150 mil milhões de dólares com que o candidato à presidência dos EUA pretende tornar a Internet de alta velocidade acessível a todos os americanos.
Em visita a Lisboa, o secretário de Estado norte americano, Mike Pompeo, voltou a deixar avisos sobre a ameaça da tecnologia chinesa no 5G, mas Portugal voltou a resistir à ideia de banir a Huawei.
Mais importante que o software e serviços é ter o próprio dispositivo a funcionar, e no caso dos smartphones a arquitetura da ARM é vital para a Huawei continuar a fabricar os dispositivos.
No mais recente capítulo da saga entre a fabricante chinesa e o governo dos Estados Unidos, a Huawei ambiciona produzir até 2020 1.5 milhões estações de redes móvel de quinta geração.
Com data de 12 de setembro, os assinantes apresentam algumas ideias para combater o que consideram ser um problema de saúde pública. Mas algumas tecnológicas ficaram de fora.
Dentro das negociações com o presidente chinês Xi Jinping, Donald Trump garantiu hoje numa conferência no encontro G20 que as empresas americanas podem retomar negócios com a Huawei. Mas a empresa não saiu da lista negra.
As fabricantes alertam Donald Trump que as novas sanções à China vão fazer os consumidores americanos pagar mais 840 milhões de dólares na aquisição de consolas.
Há dois anos que um equipamento de telecomunicações se encontra no “limbo”, à espera de autorização para exportação para a China, após ter sido apreendido.
A nova lista do Top500 foi revelada na Alemanha, sem alterações nas duas primeiras posições que continuam a ser ocupadas por supercomputadores americanos. No entanto, a China é o país com mais sistemas na lista, totalizando 219 contra 116 dos Estados Unidos.
A empresa chinesa está a preparar-se para a possibilidade de ser impedida de continuar a utilizar o sistema operativo Android, na sequência das sanções impostas pelo governo americano.
A fabricante chinesa começa a manifestar dificuldades na colocação de novos produtos nas lojas devido à crise com os Estados Unidos. O smartphone dobrável também foi adiado, mas desta vez devido à Samsung.
Ainda no rescaldo da guerra tecnológica entre os Estados Unidos e a China, e a Huawei no centro de sanções, a Google deixará de poder atualizar os equipamentos da marca chinesa e comprometer a segurança.
Os analistas do Citi prevêm que as vendas da empresa liderada por Tim Cook na China podem cair para metade como consequência da recente decisão do governo de Donald Trump.
Apesar da guerra comercial entre Estados Unidos e China, Ren Zhengfei não espera qualquer tipo de retaliação à tecnológica americana por parte do governo do seu país.