Já conseguiu fazer melhor, mas continua muito acima da concorrência na rentabilidade obtida com o negócio de smartphones. Apenas com 13% das vendas, a Apple conseguiu apropriar-se de 75% dos resultados operacionais deste mercado no segundo trimestre do ano.
O programa tem um orçamento de 1,9 mil milhões de dólares, que será sobretudo direcionado às operadoras de telecomunicações que necessitem remover o equipamento da Huawei e ZTE nas redes rurais.
Meng Wanzhou, filha de Ren Zhengfei, fundador da gigante tecnológica Huawei foi acusada de violar sanções impostas ao Irão pelo governo americano, através de negócios com as suas subsidiárias.
Há cálculos diferentes das várias analistas de mercado, mas o crescimento da Xiaomi e Oppo em volume de vendas é claro. Samsung segura a liderança em Portugal e a Apple continua a dominar no segmento acima de 700 euros.
A Apple foi a empresa que vendeu mais relógios inteligentes entre abril e junho deste ano e aproxima-se cada vez mais da Xiaomi, que lidera o mercado dos wearables.
As sanções impostas pelos Estados Unidos originaram uma queda abrupta no mercado, mas a empresa afirma que vai continuar a existir no campo dos smartphones e com o seu contínuo avanço na produção de chips vai colocá-la novamente na disputa da liderança.
O segundo trimestre do ano mostrou que tudo (ainda) pode acontecer no mercado de smartphones. A Covid-19, a anunciada saída da LG do segmento, as geografias onde cada fabricante aposta e o preço dos equipamentos que vende, no final do dia, podem fazer uma grande diferença.
A situação da Huawei continua a degradar-se, sobretudo na área do consumo, onde as receitas caíram 47%. O chairman rotativo da empresa refere objetivos estratégicos para os próximos cinco anos, com o objetivo de sobreviver de forma sustentada.
A marca que tem sido mais conhecida pelos smartphones tem também uma aposta forte nos PCs e vai avançar com uma Campanha de Regresso às Aulas focada na gama Matebook D. Este ano prevê lançar dois novos modelos e em 2022 estão previstas novidades no gaming e no segmento 2 em 1.
Segundo novos dados da Canalys, relativos ao segundo trimestre do ano, a Vivo ocupa agora o primeiro lugar do ranking, tendo enviado 18,2 milhões de smartphones para as lojas na China. Já a Xiaomi, no terceiro lugar, foi a fabricante que mais cresceu ao longo do período em análise.
O novo MatePad 11 da Huawei procura ser uma solução para quem utiliza o tablet no trabalho, mas promete ser multifacetado para diferentes tarefas profissionais e de entretenimento.
Embora a marca não avance muitos mais pormenores acerca dos equipamentos, Richard Yu, CEO da área de negócio de consumo da Huawei, dá a conhecer que a nova série P50 vai marcar o início de uma nova era no que toca à fotografia mobile.
Os números do segundo trimestre são claros, a internacionalização da Xiaomi não podia estar a dar melhores resultados. No período a empresa conseguiu aumentar vendas em mais de 80%, muito acima da concorrência. Mas há explicações para os números e estão nas estratégias das marcas.