O satélite GOCE foi desativado em 2013, mas, como acontece com outros instrumentos espaciais, os dados recolhidos ao longo dos seus quatro anos de “viagem” ainda estão a ser interpretados.
A startup LandSpace sofreu um percalço quando o terceiro estágio do Zhuque-1 falhou. O foguetão foi projetado para levar para a órbita o satélite “Future”.
É o sistema responsável por observar o ambiente e clima da Terra através dos satélites do programa Copernicus. Fornece dados para o “tempo que faz”, mas também sobre as alterações climáticas e está a fazer planos para o futuro a partir da capital portuguesa.
São cada vez mais as empresas aeroespaciais que demonstram vontade de lançar novos satélites e sondas em órbita, mas poucos estão a recolher o “ferro-velho” inoperacional.
O ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior destacou recentemente a participação de Portugal “num grande projeto” para ligar todos os telescópios de modo digital e falou dos desafios futuros para o país na área da astronomia.
Portugal faz parte de um conjunto de países que endereçou à Comissão Europeia um pedido de mapeamento territorial pelo sistema de emergência de navegação por satélite europeu, para ajudar a combater os fogos, nomeadamente o de Monchique.
O lançamento aconteceu hoje pelas 12h25 de Portugal, colocando em órbita mais quatro satélites que aumentam a capacidade da rede Galileo. Um vídeo mostra em menos de 2 minutos o resumo de meses de preparação da missão.
A empresa de Mark Zuckerberg mantém-se comprometida com a missão de fazer chegar internet às zonas onde a cobertura é fraca ou inexistente, mas as atenções viram-se agora para os satélites, depois de um período de testes com o Aquila.
Poluição, catástrofes naturais, evolução de terrenos agrícolas e comportamento das massas de águas são algumas das áreas em que a constelação de satélites do programa europeu toma “o pulso” do planeta azul.
As colisões de satélites são raras, apesar de serem mais de 1.300 aqueles que orbitam a Terra. No entanto, a Agência Espacial Europeia quer perceber quais são as consequências de um “choque” entre estes aparelhos.
A iniciativa, de seu nome EarthNow, consiste em construir uma constelação de satélites com poder suficiente para manter uma transmissão em direto de toda a superfície terrestre.
No conjunto de medidas aprovadas na última reunião de Conselho de Ministros está o projeto de lei do Espaço, que cria o regime legal para atrair investimento privado. O lançamento de satélites a partir dos Açores é uma hipótese.
Um ano depois de ter entrado em funcionamento, o Galileo conta agora com 22 aparelhos. Em 2020, serão 30 os satélites com sistema operativo português, a 23.222 quilómetros de altitude.
O satélite da ESA está em órbita desde meados de outubro e há um vídeo em time lapse que mostra os vários meses de preparação da importante missão e o lançamento deste sentinela da qualidade do ar .
Lançado em abril de 1964, o Vanguard 1 foi a resposta americana ao soviético Sputnik 1, o primeiro satélite artificial lançado há 60 anos. Mas, se este durou apenas 21 dias no espaço, o Vanguard 1 vai permanecer nos “céus” por centenas de anos.