(Atualizada) A decisão final do Regulamento para a atribuição de licenças para a quinta geração móvel não trouxe assim tantas mudanças que evitem as críticas que existiam. Entre ameaças de processos e acusações de "malabarismo", os operadores já reagiram.
O 5G não é o fim, existem ainda dois momentos chave que poderão ter impacto significativo na estratégia de médio e longo prazo do setor das Telecomunicações para chegar à visão definida. As eleições nos EUA são uma delas, defende Alexandre Ruas neste artigo de opinião.
Na sequência da legistação que já foi aprovada para salvaguardar os consumidores, a Anacom quer agora uma reformulação que garanta a possibilidade de redução dos contratos com as operadoras, ou a sua suspensão. Propõe ainda um regime mais benéfico de pagamento de dívidas.
A operadora NOS vendeu a totalidade da NOS Towering SA, um negócio que pode valer 550 milhões de euros ao longo dos próximos 6 anos. O grupo espanhol já tinha também adquirido a totalidade da Omtel, que detinha a infraestrutura da Altice.
A Anacom acaba de partilhar dados das receitas de serviços de telecomunicações em pacote, juntando internet, TV e móvel. O MEO é a operadora com maior quota de subscritores de serviços em pacote.
A medida tem efeito a partir de 17 de março e é comum a todos os operadores de comunicações, que se uniram também para oferecer a mensalidade dos canais desportivos.
O regulador do mercado recebeu, em 2019, cerca de 71,8 mil reclamações relativas aos serviços de telecomunicações, numa quebra de 1% face ao ano passado.
O relatório da Anacom mostra uma quebra de 0,48% dos preços de telecomunicações. Pela primeira vez desde 2011 a variação esteve abaixo da média europeia.
O mercado de consumo ja ultrapassou as outras áreas de nagócio da Huawei e vale agora 55% da faturação, mas o impacto das sanções nos EUA pode abanar os resultados da empresa, que ainda não tem garantias de poder continuar a usar o Android.
A exigência é feita nas 480 freguesias abrangidas pelas contrapartidas do leilão do 4G, onde os operadores têm de garantir cobertura de banda larga móvel.
A monitorização das regras da neutralidade da internet detetou "deficiências" em matéria de transparência no acesso aberto, relativamente a informação sobre a velocidade das ligações.
O movimento já era esperado mas uma ordem executiva hoje assinada confirma que o presidente dos Estados Unidos não quer equipamentos desenvolvidos por empresas estrangeiras nas telecom. Não são referidos países nem marcas, mas este é mais um passo na guerra contra a China.
As telecomunicações e a internet encaixam no sector onde os portugueses identificam mais falhas de concorrência, revelam os dados de um estudo europeu divulgado hoje. Ao mesmo nível está a energia, onde a perceção de falta de concorrência é igual.
Um relatório da Comissão Europeia aponta Itália, Polónia, Áustria, França, Reino Unido, Luxemburgo e Finlândia como os países onde a banda larga móvel é mais barata. No lado oposto estão República Checa e Chipre.
As operadoras de telecomunicações criticam as alterações sugeridas pela entidade reguladora à lei das comunicações, nomeadamente sobre as questões em redor da fidelização de clientes.
A entidade reguladora enviou à Assembleia da República uma proposta de alteração de diversos diplomas legais, entre eles a Lei das Comunicações Eletrónicas. Grande parte das sugestões servem para reforçar a proteção dos consumidores.
Os serviços prestados pelas operadoras MEO, NOS, Vodafone e Nowo continuam a gerar um grande número de reclamações por parte dos consumidores. E as compras online vêm (novamente) logo atrás.
Foi hoje adotada uma decisão de harmonização da banda do espectro de rádio na faixa 3,4 a 3,8 GHz que os países da UE devem reorganizar até final de 2020.
Uma avaria em redes de comunicações que suportam serviços críticos como emergências ou banca, pode causar danos incalculáveis. Onze investigadores portugueses querem garantir que isso não acontece.
Numa das primeiras experiências mundiais do género, a Vodafone mostrou “orgulhosamente” um smartphone com o ícone da futura geração móvel no ecrã. É um protótipo, mas estava ligado a uma rede pré-comercial da Ericsson.
A empresa de soluções de banda larga investiu dois milhões de euros num novo centro de suporte a clientes que vai estar completamente operacional até ao final deste ano.