No entanto, de acordo com a decisão do tribunal norte-americano, a ordem que estabelece a proibição do TikTok a partir do dia 12 de novembro ainda se mantém. O governo norte-americano afirma que vai tomar medidas imediatas para continuar a defender a ordem executiva.
Depois de Donald Trump ter dado a conhecer ainda nesta semana que poderia voltar atrás na sua decisão, o acordo de venda da aplicação da ByteDance parece estar “por um fio”. Para evitar a proibição nos Estados Unidos, o TikTok voltou a tribunal, alegando que a ordem do governo norte-americano é inco
Em resposta à decisão, Edward Snowden afirmou que nunca tinha imaginado que chegaria o dia em que os tribunais condenariam as ações da NSA, declarando-as como ilegais, e que lhe dariam crédito por denunciá-las.
O Facebook vai processar um grupo de developers da MobiBurn após incluírem um software malicioso nas suas aplicações que recolhia informações como o nome, o email e o género dos utilizadores. A rede social vai levar também a tribunal um outro developer que criou um serviço de interações falsas no In
Foi lançado um programa de crowdfunding por um dos empregados da TikTok para angariar fundos para uma ação judicial contra o governo pela ordem executiva de impedir a app chinesa de operar em solo americano em setembro.
São 325 mil documentos, 1,7 milhões de páginas de informação: o Facebook alega que é obrigado a apresentar informações que não estão relacionadas com as investigações das autoridades europeias da concorrência, incluindo dados médicos, financeiros e familiares dos funcionários.
De acordo com a queixa realizada por Michael Drieu, um dos acionistas da Zoom, todos os recentes incidentes de segurança tiveram um impacto negativo na cotação da empresa na bolsa.
Após uma longa batalha legal, o fim do escândalo do Batterygate poderá chegar em breve. Contudo, o acordo precisa ainda da aprovação do juíz distrital do estado da Califórnia.
A Google recusou-se a disponibilizar os emails, conversas e documentos pedidos pela investigação do Supremo Tribunal norte-americano. Embora tenha conseguido chegar a um acordo com o procurador geral do estado do Texas, tal não foi suficiente para travar o escrutínio antitrust.
A deliberação do Tribunal Distrital da Califórnia põe um fim à batalha jurídica que decorre desde 2016 entre o Instituto de Tecnologia da Califórnia, a Apple e a Broadcom. As empresas vão apelar da decisão.
Uma empresa de advogados deu entrada a uma ação judicial à Epic Games, acusada de tornar o popular battle royale viciante, como as drogas, tornando os jovens jogadores vulneráveis ao vício.
A gigante da tecnologia vai ser investigada por 48 estados norte-americanos que querem verificar se a empresa está, de facto, a cumprir a lei. Contudo, a Google não é a única que está sob o escrutínio do Supremo Tribunal dos Estados Unidos.
Arrancou na passada segunda-feira o julgamento Apple/Qualcomm mas não chegou a passar das alegações iniciais. As duas empresas chegaram a acordo e vão voltar a fazer negócio.
Nos últimos anos a troca de acusações entre as duas empresas tem estado ao rubro. Esta segunda-feira avança o julgamento de um dos processos mais importantes, onde se coloca em causa todo o modelo de negócio da Qualcomm.
A loja portuguesa de aplicações acusava a gigante tecnológica de práticas abusivas que resultaram na perda de 2,2 milhões de utilizadores nos últimos 60 dias. A Aptoide vai pedir indemnização pelos danos causados.
A operadora de telecomunicação norte-americana admitiu que não corrigiu os problemas nas ligações em zonas rurais e usou toques falsos para simular a conclusão das chamadas. Para além da multa, a FCC exige que a T-Mobile implemente “um plano de conformidade”.
Um juiz britânico decidiu que a Google deve retirar dos resultados de buscas links de notícias antigas sobre uma condenação criminal de um executivo, por comprometerem a sua reputação. Já outro utilizador não teve a mesma sorte.
Um antigo colaborador alega que a empresa de tecnologia estabeleceu quotas para a contratação de minorias de forma a promover a diversidade dos trabalhadores.
O argumento de que o abrandamento na performance dos iPhone seria para evitar encerramentos inoportunos e perda de dados não convenceu alguns utilizadores norte-americanos, que querem processar a empresa de Cupertino.
A gigante tecnológica é acusada de ignorar as configurações de privacidade padrão do iPhone, entre junho de 2011 e fevereiro de 2012, e de recolher dados pessoais de 5,4 milhões de pessoas. É a primeira ação judicial coletiva do género no Reino Unido.