A Cloud e Inteligência Artificial marcaram, definitivamente, a primeira edição do Oracle OpenWorld na Europa. No palco do ExCel, em Londres, não houve quem deixasse de tocar nos dois temas. Até porque no futuro (ou será já no presente?) os dois estão ligados.
Bases de dados autónomas, cloud security ou inteligência artificial são reconhecidas como tecnologias emergentes importantes, mas o nível de importância não corresponde necessariamente à decisão de adoção.
Naquele que é o primeiro Open World realizado na Europa, a Oracle fala (ou põe a falar) sobre as tendências que marcam o seu negócio e o negócio de muitas empresas. A nuvem é o espaço onde tudo acontece, a IA um dos seus "braços".
A fabricante vai levar oito projetos de inteligência artificial para o certame tecnológico, oriundos do seu programa C-Lab, assim como propostas de várias startups à procura de oportunidades de negócio.
A primeira proposta do grupo de alto nível para a inteligência artificial foi hoje publicada e pode ser comentada por todos até dia 18 de janeiro. Em março deverá ser apresentada a versão final.
Com inauguração marcada já para janeiro de 2019, a Talkdesk pretende recrutar para o TDX mais de uma centena de engenheiros de software e especialistas em áreas de conhecimento estratégicas, como IA, analytics e machine learning.
A visão da Europa para a Inteligência Artificial foi definida este ano e a meta é que todos os países da UE tenham o seu plano de ação montado até meados de 2019. Portugal já está a avançar e vai publicar o documento com a proposta para discussão pública em breve.
A tecnologia de Inteligência Artificial evolui com a sua capacidade de aprender e já podemos ver resultados em diferentes áreas. A música é uma delas – principalmente se “ampliarmos” o conceito de “música”…
A Europa já tem um plano de ação para a Inteligência Artificial, baseado no acordo alcançado em abril deste ano, mas a Comissão Europeia quer agora que os Estados membros se comprometam com metas em meados de 2019. O tratamento de cancro é uma das áreas prioritárias.
A inteligência artificial evolui a olhos vistos, mas não sem levantar fortes questões éticas. O AI Now Institute, um grupo de investigação ligado à Universidade de Nova Iorque, chama a atenção para algumas. E a Microsoft ajuda a reforçar a ideia.
Em Abril a União Europeia apresentou um plano de desenvolvimento para a Inteligência Artificial mas o seu desenvolvimento já está a dar frutos. Sexta feira vai ser divulgado o plano de ação e até ao final do ano deve ser publicado o draft das recomendações éticas.
A marca da maçã continua a investir em empresas de menor dimensão que "enriqueçam" as suas áreas de negócio e agora parece ter sido a vez da Silk Labs.