A “reforma” permanece como uma hipótese, mas até 2030, pelo menos, a Estação Espacial Internacional - ou ISS, na sigla em inglês - vai continuar a ser a “casa” dos astronautas da NASA e a ser palco de diferentes experiências científicas.
Da chegada do rover Perseverance a Marte ao lançamento do supertelescópio James Web, 2021 foi um ano marcante para a NASA. É a própria agência espacial quem o diz, destacando as fotos que melhor traduzem todos os feitos alcançados.
A dança mecânica para abrir o escudo solar de cinco camadas do James Webb Space Telescope, com aproximadamente o tamanho de um campo de ténis, começou a 28 de dezembro último e terminou com sucesso esta terça-feira.
De acordo com dados avançados pela NASA, a energia gerada pela explosão de um meteoro que se fez ouvir em Pittsburgh, na Pensilvânia, era equivalente a a 30 toneladas de TNT. Caso o céu não estivesse nublado, teria sido possível observar uma “bola de fogo” 100 vezes mais forte do que o brilho emitid
Com os doces típicos da época ou sem eles, há uma rotina de duas horas diárias de exercício regular a bordo da Estação Espacial Internacional, que o astronauta Matthias Maurer faz questão de explicar.
O desafio “bem-humorado” é lançado pela NASA, que criou um microsite que permite seguir o telescópio James Webb. Há, no entanto, quem tenha começado antes e já tenha imagens “próprias” do observatório espacial para partilhar.
Após uma reavaliação do combustível que James Webb tem disponível concluiu-se que a missão tem a possibilidade de durar (bem) mais que o tempo inicialmente previsto. Entretanto o novo telescópio espacial está a passar por uma fase crítica de “transformação”.
As fotos do lançamento e chegada ao espaço do James Webb testemunham o momento histórico do passado dia 25, também registado em dois vídeos. Se ainda tem dúvidas sobre os objetivos da missão e o que vai acontecer a seguir, aproveite para ver as explicações da ESA.
Embarque numa visita guiada a Marte e veja os principais “pontos turísticos” de Cratera Jezero pelos olhos do rover Perseverance, como os vestígios do delta de um rio que pode conter sinais de vida microbiana ancestral.
A NASA vai explorar, pela primeira vez, não um mundo feito de rocha ou gelo, mas um mundo feito de metal que mal se vê da Terra. E é já a partir do próximo verão, com a missão Psyche.
Depois de vários adiamentos, o lançamento do telescópio espacial James Webb foi remarcado para 25 de dezembro, dando início a uma jornada que se espera contribua para descobrir alguns dos segredos mais intrigantes do universo.
As sete janelas panorâmicas da cúpula da Estação Espacial Internacional (ISS) são um dos locais preferidos dos astronautas e permitem diferentes observações, explica a ESA, que partilha um vídeo do astronauta alemão Matthias Maurer naquele espaço.
Um problema de comunicação está na origem de mais um adiamento no lançamento do sucessor do telescópio Hubble, mas a NASA continua empenhada em manter o momento antes do Natal.
Embora a visibilidade e luminosidade recém-descoberto cometa Leonard fosse algo difícil de prever, foram vários os fãs de fotografia que conseguiram captar a sua passagem ao longo dos últimos dias, assim como da chuva de meteoros das Gemínidas.
Uma nova solução poderá ajudar os astronautas da Estação Espacial Internacional a fazerem face a alguns dos problemas de visão que decorrem dos longos períodos de tempo passados no Espaço: tudo através de um saco-cama tecnologicamente avançado.
Mais de 70% da superfície da Terra está coberta de água, o que dá o mote para o "Planeta Azul". Mas por baixo dos oceanos há toda uma geografia de vales e montanhas que os cientistas decidiram conhecer.
O observatório espacial Imaging X-ray Polarimetry Explorer (IXPE) já partiu para o Espaço e tem como objetivo medir a polarização dos raios-X em objetos espaciais com elevados níveis de energia, entre resquícios de supernovas e buracos negros supermassivos, contando com três telescópios com tecnolog
Dezembro promete ser um mês “em cheio” para os entusiastas da observação astronómica. Em destaque está a chuva de meteoros das Úrsidas, que atinge o seu pico de intensidade máxima no dia 22. Ainda antes será possível observar a passagem do recém-descoberto cometa Leonard.