O projeto, coordenado pela Full Fact, uma organização britânica de fact checking, quer lançar em janeiro de 2021 uma framework com novas regras comuns para lidar com a desinformação online acerca da pandemia de COVID-19.
O novo regime pode ter implicações na forma como os apoiantes de Donald Trump vão ser escrutinados na rede social. O grupo Stop the Steal é um dos que caiu na alçada das regras e por isso os posts terão de ser manualmente aprovados por moderadores durante um período de 60 dias.
A disseminação de informação falsa sobre temas ligados à saúde tem registado mais visualizações no Facebook do que aquela que é publicada por fontes oficiais como a OMS.
À semelhança de outras redes sociais, o TikTok apresenta dados de todos os candidatos, assim como informações sobre o sistema de votos e outros conteúdos informativos.
O curso online baseado em e-learning Cidadão Ciberinformado visa garantir competências para ajudar os seus participantes a perceber melhor o termo fake news e como se defender da desinformação.
O vídeo contém um rodapé falso, onde dá a entender que a CNN teve um comportamento racista. Algo que não corresponde à realidade e que o Twitter fez questão de esclarecer.
O Facebook continua a introduzir medidas para impedir a propagação de fake news sobre o coronavírus e impõe limites na partilha de mensagens para mitigar riscos.
A Organização Mundial de Saúde já disse que as fake news estão a espalhar-se mais rapidamente do que o próprio coronavírus e a Europa explica agora como está a combater-se a desinformação na Europa.
A imprensa internacional indica que a equipa será composta por quatro pessoas, mas a Reuters diz que a equipa pode vir a crescer, especialmente quando o volume de informação partilhada online tende a aumentar, como é o caso dos atos eleitorais.
Um final de década que prometia ser de “marcação cerrada” à desinformação acabou por revelar-se aquém das espectativas. Com a entrada na nova década tornar-se-ão as fake news num novo “normal”?
A iniciativa quer ajudar os parceiros oficiais de fact checking do Facebook a identificar e sinalizar conteúdo falso mais depressa. Para já, ainda não há perspectivas de uma expansão para outros territórios além dos Estados Unidos.
A Comissão Europeia acaba de divulgar o primeiro relatório depois da assinatura de um código de conduta relacionado com a desinformação. O documento contém a autoavaliação das tecnológicas.
Foi publicado um estudo que demonstra que consumir menos informação da rede social aumenta o bem-estar das pessoas. Mas utilizadores não procuram notícias em fontes alternativas.
O Instagram quer agora compreender de uma melhor forma a desinformação e treinar a sua tecnologia de inteligência artificial para identificar conteúdo falso.
A campanha de desinformação tem como objetivo aumentar a desconfiança dos europeus em relação aos partidos políticos mais ao centro, segundo notícia revelada pelo New York Times.
A aproximação da data das eleições europeias, mas também das legislativas em vários países, fez com que a Google reforçasse as ferramentas de prevenção de abusos e verificação da infomação.