A SPMS é a unidade responsável pela transformação digital da Saúde e Pedro Baptista mostrou hoje no evento Building The Future que as tecnologias de Machine Learning e Inteligência Artificial já estão a ser usadas em vários projetos.
Os algoritmos vêm trazer uma mudança na forma como as organizações gerem a informação, mas continuam a precisar dos humanos para validar e corrigir resultados. E para garantir que são úteis no futuro é essencial garantir transparência e ética.
Há ainda uma nova caneta digital com a assinatura da gigante tecnológica norte-americana e novas funcionalidades no Microsoft Teams, desenvolvidas a pensar em professores.
O CEO Satya Nadella vai liderar uma conferência para mostrar novidades tecnológicas e a segunda geração do seu headset de realidade aumentada poderá ser uma delas.
Durante a conferência da AMD, o patrão da Xbox, Phil Spencer, revelou que as futuras consolas Xbox continuarão a utilizar os processadores da fabricante.
Muitas pessoas sentem-se constrangidas em “falar” com o seu smartphone em locais públicos. A Microsoft regista patente para comandos de voz “silenciosos”.
O Windows vai receber uma nova funcionalidade no próximo ano chamado Sandbox, que cria um ambiente virtual e temporário de desktop para isolar aplicações e sem afetar o PC.
As novas plataformas de jogos da Microsoft poderão chegar ao mercado durante 2020, mas antes, pode ser lançado uma versão dos modelos atuais sem discos, para conteúdos digitais.
A empresa adicionou uma nova biblioteca química ao seu kit de computação quântica e abriu as portas da tecnologia a milhares de investigadores e cientistas que podem agora contar com as potencialidades desta solução no seu trabalho.
Chris Beard está preocupado com a decisão da Microsoft adotar Chromium, acusando a empresa de dar mais controlo online à Google com a decisão de introduzir a mesma base Chromium no seu futuro browser.
Esta é uma forma de harmonizar toda a linguagem estética do sistema operativo que ainda hoje conta com alguns ícones que já foram desenhados há mais de 10 anos.
Três anos depois de ter substituído o Internet Explorer, a tecnológica parece ter reconhecido o fracasso do Edge e estará a focar-se na produção do “irmão” do Chrome como browser nativo do Windows 10.