Viajando a bordo da nave Orion da NASA, a missão Artemis II é o primeiro teste de voo tripulado que marca o regresso da humanidade à Lua, desta vez a pensar numa presença a longo prazo.
A infraestrutura que a Nokia vai construir na Lua será uma componente crucial do programa Artemis da NASA, na ajuda de estabelecer uma presença sustentável no satélite natural até ao fim da década. A rede será transportada para a Lua este ano à boleia de um foguetão da SpaceX.
Cientistas descobriram uma nova e renovável fonte de água na Lua, em amostras lunares recolhidas por uma missão chinesa, que pode ser utilizada por futuros exploradores.
A futura estação espacial Gateway, que faz parte do programa de exploração lunar da NASA, servirá de apoio à Artemis Base Camp na Lua. O contributo da portuguesa Critical Software passa por garantir a segurança de quatro astronautas que estarão, no máximo, 90 dias em órbita.
Maior flexibilidade, maior proteção a ambientes hostis e equipado com ferramentas e tecnologia para atender às novas necessidades de exploração lunar - e, quem sabe, de mundos mais além: é assim que NASA e Axiom Space descrevem os novos fatos espaciais.
A missão espacial Artemis II, que levará uma tripulação de astronautas para uma viagem à volta da Lua pela primeira vez desde 1972, está programada para novembro de 2024, anunciou hoje a NASA.
A empresa de Elon Musk continua os testes dos motores do foguetão Super Heavy, na esperança de fazer o primeiro voo orbital da Starship. Veja as imagens.
Os próximos passos da empresa de Elon Musk envolvem preparar o booster Super Heavy para um teste de fogo estático a “solo”. Caso tudo corra como planeado, a Starship voltará a ser colocada no topo dos propulsores, com a SpaceX a dar os passos finais para o muito antecipado teste de voo orbital.
O ex-astronauta da NASA Walter Cunningham, que pilotou o módulo lunar Apollo 7, primeiro voo tripulado do Programa Apollo da agência norte-americana, morreu em Houston (Texas) na madrugada de terça-feira, aos 90 anos.
Foram vários os momentos que marcaram o ano de 2022 para a NASA que, além da missão DART e da Artemis I, destaca o progresso feito pelo rover Perseverance e as visões captadas pelo telescópio espacial James Webb.
Décadas depois do momento em que a humanidade viu a primeira fotografia da Terra captada a partir do espaço, estamos cada vez mais perto de concretizar sonhos antigos de colonizar a Lua e até Marte, mas sobretudo de descobrir os segredos do universo.
Depois de ter sido o primeiro bastião da exploração espacial, a Lua está de volta à ribalta, agora como futura “paragem” ou “estação de serviço” para voos mais longínquos. Conheça algumas das missões lunares que seguem viagem em 2023.
Só na próxima década deverão ser lançadas 250 missões à Lua, impulsionando uma economia geradora de cerca de 100 mil milhões de euros. A ESA integra várias iniciativas lunares e quer alargar o convite a mais participantes.
A SpaceX espera cumprir o primeiro teste de voo orbital da Starship em breve e neste teste de fogo estático bastaram apenas alguns segundos para demonstrar a potência dos motores.
As equipas de recuperação estão agora empenhadas a assegurar que a cápsula Orion chega sã e salva à costa, onde embarcará numa nova viagem com destino ao Centro Espacial Kennedy, na Flórida. Uma vez lá, os especialistas da NASA vão descarregar e analisar todas as cargas incluídas no interior.
O lançamento do módulo lunar da ispace foi bem sucedido e a empresa japonesa já confirmou que estabeleceu comunicações com o veículo da missão HAKUTO-R.
(Atualizada) A SpaceX adiou por 24 horas o lançamento do foguetão Falcon 9 responsável por levar a Mission 1 da japonesa ispace para o Espaço. Mais tarde acabaria por admitir que vai ter de cancelar a partida da missão a 1 de dezembro, sem definir nova data.
A missão envolve o lançamento de um lander lunar, que transportará no seu interior dois rovers, e espera-se que tenha uma duração de três a cinco meses, cumprindo um conjunto de 10 metas importantes ao longo deste período.
A cápsula desenhada para transportar astronautas da missão Artemis é agora aquela que mais se afastou da Terra, batendo o recorde anterior da Apollo 13.
Howard Hu, supervisor da nave espacial Orion, que será usada no âmbito do projeto Artemis, não sabe por quanto tempo será possível manter esta residência, nem com que capacidade, mas sublinha a importância do objetivo.
A missão da NASA que pretende levar novamente o Homem à Lua, 51 anos depois da Apollo 11, completou hoje mais um passo relevante na aproximação à Lua e pelo caminho vai captando imagens impressionantes da Terra e do seu satélite natural.