Em setembro os alunos do ensino superior vão mesmo voltar às aulas e o ministério já partilhou as recomendações para o ano 2020/21. A preocupação é com a vigilância contínua, evitando surtos locais nas universidades e politécnicos.
Começaram esta semana a ser disponibilizados, na plataforma MEGA, os vouchers que permitem o acesso a manuais escolares gratuitos para o ano letivo de 2020/2021.
Falta de equipamentos, dificuldades em avaliar alunos à distância e agravamento das desigualdades sociais. O SAPO TeK falou com especialistas em educação para traçar um balanço dos últimos meses já com os olhos postos no novo ano letivo.
Desde março que a COVID-19 tem afetado todos os setores e o da educação não é exceção. O SAPO TeK conversou com duas professoras, dos ensinos básico e universitário, para perceber o "novo normal" do seu dia-a-dia e o impacto das mudanças nesta missão que é ensinar.
O Conselho de Ministros aprovou hoje a despesa para avançar com a Escola Digital e prepara o lançamento de concursos para compra de computadores, ligação à internet e licenças de software para equipar alunos e docentes.
O Centro Nacional de Cibersegurança já confirmou que o ataque informático que afetou o Portal das Matrículas decorreu entre as 20 e as 23 horas do dia 6 de julho. Os problemas de acesso levaram o Governo a decidir pelas matrículas automáticas para a maioria dos alunos.
As falhas do Portal das Matrículas, e os ataques informáticos que sofreu, levaram o Governo a avançar com renovações automáticas das matrículas para quase todos os anos do primeiro e segundo ciclo, e para o secundário.
A plataforma Observatório do Alojamento Estudantil foi disponibilizada no sábado e monitoriza mensalmente cerca de 150 mil anúncios da oferta privada de alojamentos, juntando a isso a rede de residências públicas de estudantes, que engloba mais de 15 mil camas para alunos deslocados.
A decisão do Governo refere-se ao ano letivo que se inicia em setembro e vai custar 70 milhões de euros, garantindo a distribuição de computadores portáteis e acesso à Internet.
Chama-se Academia: prática simulada e é uma resposta para os alunos que estão a terminar o ensino profissional e que podem desta forma concorrer ao Ensino Superior.
A prática de entrar em videoconferências sem ser "convidado" chama-se videobombing ou Zoombombing e a federação de professores pede ao Governo que garanta, com muita urgência, a utilização segura de plataformas de reunião online.
A aplicação do ensino a distância aplicado no terceiro período devido à COVID-19 pode ter como barreira o acesso a computadores e ligação à internet. António Costa diz que quer "acesso universal" mas o Ministro da Educação lembra que não há soluções imediatas.
É "muito mais" do que um programa Magalhães 2.0, afirma o Primeiro Ministro António Costa, explicando que completa a viagem iniciada. Computadores e acesso à rede fazem parte das promessas, embora ainda não esteja claro como e quando.
A Comissão Nacional de Proteção de Dados publicou um documento onde identifica 8 riscos e faz 12 recomendações relativas ao ensino a distância, avisando para cuidados com a privacidade, a segurança e a possibilidade de videovigilância.
Além da Porto Editora e da Leya, que dão acesso gratuito às suas plataformas de ensino, também a ANSOL deixa sugestões de soluções de elearning a professores e alunos, enquanto a FCT reforça os serviços online, face à decisão do Governo de encerrar as escolas como uma das medidas para conter o contá
O mais recente relatório "Estado da Educação" do Conselho Nacional de Educação põe em evidência a falta de modernização dos materiais informáticos nas escolas. Uma década depois do início do Plano Tecnológico da Educação, o panorama afigura-se bem diferente do esperado.
Metade dos alunos que se candidataram à segunda fase do concurso de acesso à universidade não conseguiram entrada. Ao todo foram este ano colocados já 46.721 novos estudantes para o ano letivo de 2019-2020.
Fazendo uso da técnica de aumento de produtividade criada por Francesco Pomodoro no final dos anos 80, para aproveitar ao máximo as suas sessões de estudo, o utilizador tem apenas de virar o seu smartphone ao contrário.
O apelo é feito pela Associação Nacional de Diretores Escolares que, perante a contínua falta de modernização dos materiais informáticos nas escolas, espera que o Governo tome medidas sustentáveis para melhorar a situação.
Faz 10 anos sobre o início do programa Magalhães, que atribuía um computador a cada aluno do primeiro ciclo. Mas a média de alunos por computador aumentou na última década.
Os chips permitem que a escola localize os alunos e que registe a sua assiduidade nas aulas. Os dados são automaticamente enviados para os pais e para os professores.
A plataforma é gerida pela Fundação para a Ciência e Tecnologia e destina-se a todos os que estudam e trabalham na área académica e de investigação, facilitando a gestão da informação curricular e também a procura de perfis.
A aposta do Governo na tecnologia é certa, embora existam cada vez menos computadores nas escolas. Porque as salas de aula do futuro assentam noutras premissas, diz um novo relatório do CNE.