Parece que os cidadãos dos Estados Unidos não estão tão preocupados com a sua privacidade, e mais precisamente com o reconhecimento facial, como já estiveram.
Já teve a sensação de que a internet sabe mais sobre si do que devia? Pensou numa compra ou numa viagem e agora só lhe aparecem anúncios relacionados? O New Organs quer saber estas histórias e transformar tudo em arte.
Documentos internos abrem mais uma ferida na rede social: Microsoft, Amazon, Spotify estão entre as cerca de 150 empresas que terão tido acesso a dados privados dos amigos dos utilizadores.
Entre os temas mais quentes do ano estiveram em destaque a violação dos dados privados dos utilizadores no Facebook, o caso Cambridge Analytica e o combate à propagação de notícias falsas.
As duas “festas” e os saldos de inverno são dos momentos do ano mais críticos no que diz respeito a tentativas de roubo de dados bancários dos internautas.
Costumam ser protagonistas por outros motivos, mas este ano estão no top dos chamados “password offenders”, ou seja, são maus exemplos no que toca a lidar com o assunto. Foi o caso de Kanye West e da Nutella. E do Pentágono e da ONU…
Carlos Coelho quer esclarecimentos quanto àquilo que a CE pretende fazer para sancionar o Facebook e para indemnizar os utilizadores lesados com a violação dos seus dados.
Aplicada a Netflix, YouTube e Facebook, a nova Diretiva Europeia de Serviços de Comunicação Audiovisual quer proteger as crianças de conteúdos violentos, entre outros aspectos.
O nome Christopher Wylie pode não ser conhecido de muitos, mas quase toda a gente sabe do escândalo Cambridge Analytica e da manipulação de informação no Facebook. Foi ele que denunciou o esquema e hoje esteve no Web Summit a contar a sua história e a fazer avisos sobre o futuro.
O CEO da Apple acredita que o resto do mundo deve seguir as pisadas da UE no que toca à aplicação de legislação sobre a privacidade e a utilização indevida de dados pessoais.
O Chrome 70 para Windows, Mac e Linux já começou a ser disponibilizado e traz algumas mudanças, como a possibilidade de desativar a sincronização automática com outros serviços da Google quando entra no browser, que causou confusão e polémica entre os utilizadores.
As autoridades irlandesas querem saber quais são os dados recolhidos pela rede social através da sua solução própria para a criação de versões mais curtas dos endereços de Internet.
A falha de segurança reportada pela rede social em setembro afetou menos contas do que as inicialmente previstas. A tecnológica também o ajuda a perceber se a sua conta foi comprometida e o que pode fazer.
Apesar de todos os alertas e do crescimento do número e sofisticação dos ataques, a cibersegurança ainda é um tema pouco valorizado nas empresas que só investem depois de “sofrerem a dor”.