A forma ou potência do carro ainda não estão definidas, mas o certo é que se trata de um modelo totalmente novo. A garantia foi dada pelo CEO da empresa.
Nesta última década a mobilidade tem sido cada vez mais integrada e sustentável, mas também há desafios a superar, com a população urbana a aumentar cada vez mais. Quais as estratégias que deverão ser tomadas?
A meta foi antecipada dois anos face aos planos iniciais. Empresa justifica ambição com nova arquitetura flexível nas linhas de produção e nos produtos.
Nova atualização pretende ajudar não só a encontrar postos de abastecimento para veículos elétricos, como lista as estações que estão desocupadas para evitar longas esperas.
Dois dos maiores players do mercado, WiTricity e Qualcomm, uniram-se para criar um sistema harmonizado de soluções que deverá padronizar o processo de carregamento wireless em viaturas elétricas.
A Toyota será um dos catalisadores da tecnologia ao introduzir nas estradas portuguesas autocarros movidos a “fuel cell” em 2019 e a Galp pretende construir dois postos de abastecimento.
A decisão é justificada pelas quedas na procura por veículos a diesel e com o consequente crescimento a que se assiste no segmento dos híbridos e dos elétricos.
Elon Musk revelou na reunião anual de acionistas da Tesla que a empresa está a trabalhar com as autoridades chinesas para construir carros elétricos e baterias em Xangai. Até ao final do ano também pode ser anunciada uma Gigafactory europeia.
Em 2017, 50% dos carros novos adquiridos pelos noruegueses eram alimentados por eletricidade. A tendência ajudou a reduzir as vendas de gasolina em 2,9% no ano de 2017.
O empresário diz que o veículo vai revolucionar o sector da produção automóvel, uma vez que as técnicas de automação serão estrategicamente aplicadas, para acelerar todos os passos do processo.
Elon Musk disse que a automatização pode ter atrasado a produção do carro da Tesla e admitiu que os humanos são subestimados. Na fábrica de Fremont, na Califórnia, trabalham cerca de dez mil pessoas.
Estudo concluiu que os iões de lítio das baterias mais comuns têm capacidade para suportar temperaturas mais altas do que aquelas a que são normalmente sujeitas.